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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

ATENÇÃO!

O COLÉGIO FOI REQUISITADO PELO TRE, SEXTA-FEIRA (01.10) / TURNO DA NOITE
E SEGUNDA-FEIRA (04.10) / TURNO DA MANHÃ,
SENDO ASSIM, NÃO HAVERÁ AULA.

ATENCIOSAMENTE,
A DIREÇÃO .

CONTRIBUIÇÃO DO PROFESSOR MÁRIO LUIZ TEIXEIRA

A NOTÍCIA DO LANÇAMENTO NA INTERNET DA WDL, A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.
QUE PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA !!!

Já está disponível na Internet, através do site

É uma notícia QUE NÃO SÓ VALE A PENA REENVIAR, MAS, SIM É UM DEVER
ÉTICO, FAZÊ-LO!

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Tem, sobretudo, caráter patrimonial" , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a
não ser "com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas, há documentos em linha em mais de 50 idiomas".

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562", explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da
Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como se acede ao sítio global?

Embora seja apresentado oficialmente na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:

www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registrarem.

Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originas existam na sua língua original.

Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de La Fontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:

América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e atualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.


"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso"

Edward Everett Hale

terça-feira, 28 de setembro de 2010

LINKS DE MATEMÁTICA

FIBONACCI
http://www.youtube.com/watch?v=qawepngwrs8

MÚSICA E MATEMÁTICA
http://www.youtube.com/watch?v=7s3iw_sbqsa
http://www.youtube.com/watch?v=jy8kgaxxg4u&feature=related

CURIOSIDADES
http://www.youtube.com/watch?v=xd72srpm55q&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=qoz09epqv4l&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=htxqdygjtsa

TANGRAN
http://www.projetos.unijui.edu.br/matematica/principal/fundamental/tangran/index.html

RELAX
http://lab.andre-michelle.com/pulsate
http://www.gustavoguimaraes.com.br/arquivo/images/papelbolha.swf

MAGIA
http://magiadamatematica.com/

LINKS DA LÍNGUA PORTUGUESA

LIVROCLIPE
http://www.livroclip.com.br/

LETROCA
http://www.fulano.com.br/scripts/jogosonline/letroca/letrocaabertura.asp

WORSHAKE (LETROCA EM INGLÊS)
http://www.learnenglish.org.uk/games/worshake/intro_trial.swf

GAME DA REFORMA ORTOGRÁFICA
http://fmu/game/home.asp

SÓ PORTUGUÊS
http://www.soportugues.com.br/

INTERNETÊS
http://www.novomilenio.inf.br/idioma/20050530.htm
http://paginadois.com.br/textos/linguagemvirtual.html

CURSO DE NOVAS METODOLOGIAS. OFICINAS DE LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA EM 25 DE SETEMBRO - AÇÕES DO PDE

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ALTERAÇÃO NA DATA DO COC

CONSELHO DE CLASSE
DO
3º BIMESTRE

08 DE OUTUBRO

IMPORTANTE E ENRIQUECEDOR!

ATENÇÃO!
VAGAS LIMITADAS!
INSCRIÇÕES PARA O CURSO ATÉ COMPLETAR AS VAGAS
DATA DO CURSO 25 DE SETEMBRO
PÚBLICO ALVO: PROFESSORES DO COLÉGIO JACINTHO
LOCAL: AUDITÓRIO DO C. E. JACINTHO

MANHÃ (DAS 8H ÀS 12H)
OFICINA DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS NATURAIS, INTEGRANDO METODOLOGIAS INOVADORAS ( PELAS TICs)
OBS: ENTREGA DE CERTIFICADO

TARDE (DAS 13H ÀS 17H)
OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA E CIÊNCIAS HUMANAS, INTEGRANDO METODOLOGIAS INOVADORAS (PELAS TICs)
OBS: ENTREGA DE CERTIFICADO

AÇÃO FINANCIADA PELO PDE
ARCHÉ – ASSESSORIA E CONSULTORIA PEDAGÓGICO-CULTURAL LTDA
Rio de janeiro
CNPJ: 04.421.532/0001-53

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

CONTRIBUIÇÃO DO PROFESSOR CARLOS ROBERTO

Só conhecimento teórico não forma bom professor

DOCENTES TAMBÉM PRECISAM DE TÉCNICAS PARA TRANSMITIR CONHECIMENTO, INSPIRAR CRIANÇAS E MANEJAR SALA DE AULA


ANTÔNIO GOIS
DO RIO

Quando, aos 21 anos, começou a dar aulas, Doug Lemov, 42, conta que ouviu conselhos como "espere o máximo dos seus alunos todo dia" ou "tenha altas expectativas sobre seu desempenho". No momento em que ficava em frente aos estudantes em sala de aula, porém, isso lhe parecia pouco útil.
No meio de tantas frases de efeito, um professor mais experiente lhe falou algo bastante concreto: "Quando precisar dar instruções aos alunos, não faça isso caminhando pela sala enquanto distribui papéis. Eles precisam entender que o que você fala é mais importante do que qualquer outra tarefa".
Foi a partir de dicas práticas como essa que Lemov, hoje diretor de uma rede de escolas nos EUA, passou a prestar atenção nas técnicas dos melhores professores.
Sua obsessão em descobrir o que faz o docente top quando fecha a porta de sua classe o levou a filmar por seis anos aulas de profis sionais que conseguiam, mesmo em situações adversas, que seus alunos aprendessem.
Este trabalho virou livro de repercussão nos EUA, com 150 mil cópias vendidas, e que será lançado em outubro no Brasil, com o nome "Aula Nota 10" (Fundação Lemann e editora Da Boa Prosa).
Nele, Lemov descreve em termos bem práticos 49 técnicas de bons professores. Podem não ser frases glamourosas, mas funcionam. Em entrevista à Folha, o autor diz que seu livro não menospreza o conhecimento teórico. Apenas argumenta que, em vez de aprender apenas a partir de teorias, professores precisam olhar para o que fazem seus colegas com melhor desempenho.
Folha - Seu livro pode ser entendido também como crítica ao modo como se formam professores hoje nos EUA, com currículos que enfatizam demasiadamente teorias pedagógicas e deixam pouco espaço para o ensino de questões práticas de sala de aula. Como foi a repercussão?
Doug Lemov - Pela resposta que tive, percebi que o problema na formação de professores nos EUA é mais profundo do que imaginava.
Alguns me disseram que as ideias do livro eram muito intuitivas. Outros, que não havia nenhuma grande revelação e que o livro era até óbvio. Sinceramente, considerei elogio, pois isso revela que há mais pessoas que pensam da mesma maneira.
Eu tinha também algum receio de o livro não ser bem recebido por professores de escolas públicas, já que trabalho numa organização que mantém escolas "charters" [geridas pela iniciativa privada, mas financiadas pelo poder público para atender gratuitamente alunos pobres] e, nos EUA, tem havido muita disputa em torno deste tema.
Mas acho que os professores entenderam que o livro pode ser útil para seu trabalho, não importa em que tipo de escola eles ensinam.
Só não tive resposta nenhuma das autoridades educacionais, responsáveis pela política de formação de professores. Deles, percebi um silêncio retumbante.
O que explicaria isso?
Talvez achem que eles estejam certos e eu, equivocado. Talvez porque estejam numa postura defensiva, se sentindo ameaçados com os que criticam a política atual de formação. Não estou certo de que as pessoas responsáveis pela formação de professores tenham em mente que o aprendizado das crianças tem que ser a prioridade.
Ao enfatizar a importância de aprender técnicas de manejo de turma em sala de aula, você não estaria menosprezando a formação teórica?
Em nenhum momento digo que o conhecimento teórico não é importante. Pelo contrário, é dramaticamente importante. Se você vai ensinar matemática, você tem que ter uma boa formação em matemática. Mas meu ponto é que só isso não faz de alguém um bom professor.
Acho que as técnicas que descrevo são úteis inclusive para docentes que têm amplo conhecimento da disciplina que lecionam.
Imagine uma escola pública em área pobre que esteja precisando de um professor de física. Hoje em dia, já é difícil achar alguém que conheça bem a disciplina e esteja disposto a dar aulas.
Mas, se as pessoas com boa formação em física souberem também técnicas para fazer boas perguntas, inspirar crianças e manejar uma sala de aula, triplicaríamos o número de pessoas capazes de dar boas aulas.
Meu livro trata muito mais de como transmitir o conhecimento para os alunos. Quando você é especialista em algo, seu conhecimento sobre o tema é quase intuitivo. Isso pode significar que não seja natural para você pensar em formas de transmitir isso para estudantes.
No Brasil, há muitas críticas aos formatos tradicionais da sala de aula, pouco atrativos para jovens do século 21. No entanto, muitos professores reagem argumentando que a sala de aula não é um circo, e que aprender nem sempre é divertido. Qual sua opinião?
Não acho que tenha que se escolher entre um modelo ou outro. É certo que você deve inspirar os alunos e atrair sua atenção, mas é preciso também fazê-los trabalhar duro.
Só não entendo como algumas pessoas resistem tanto em melhorar. Se você me disser que há coisas que possa fazer para ser um pai melhor, eu vou querer aprender, mesmo que eu já me considere o melhor pai do mundo.
Se em sua escola há uma maioria de professores desmotivados ou desinteressados em melhorar, é difícil ser o que dará o primeiro passo. Mas, se você dá esse passo, outros o seguirão, e isso se tornará uma bola de neve.
Mas, no Brasil, professores muitas vezes dão aulas em situações precárias. Como cobrar entusiasmo de um profissional nessa situação?
É certamente mais fácil ser um ótimo professor numa escola maravilhosa. Mas, mesmo nas piores escolas dos Estados Unidos, há sempre um, dois ou três que se destacam, e, no meu livro, eu destaco principalmente o trabalho de professores que dão aulas para alunos mais pobres.
Mesmo não conhecendo bem o Brasil, tenho certeza de que há bons profissionais mesmo em escolas de pior desempenho. Meu ponto é que, em vez de aprender só com teorias, também deveríamos aprender com exemplo dos ótimos professores.
Há, porém, escolas que facilitam o trabalho desses bons professores e outras que dificultam. Quais características você identifica nas que apresentem bons resultados?
Em primeiro lugar, são escolas preocupadas, acima de tudo, no aprendizado do aluno. Parece bobo dizer isso, mas, na prática, nem sempre é o que acontece. Em segundo, há também uma constante análise de resultados, para identificar os pontos fracos e corrigi-los. Por último, são locais onde o professor se sente valorizado e respeitado.
E o que um diretor precisa fazer para motivar a equipe?
Sei que é comum o ceticismo de professores em relação a aperfeiçoamento. Em parte, eles têm razão, pois muitos conselhos ou treinamentos dão em nada. Mas fazer os professores confiarem no seu trabalho é um resultado, e não uma pré-condição. É preciso mostrar que você é capaz de ajudá-los a serem melhores. Se você consegue fazer isso ao menos com uma minoria, é natural que outros vejam o resultado e passem a acreditar em você.

Fonte: Folha de São Paulo - 16.08.2010

HOMOFOBIA NA ESCOLA

CONTRIBUIÇÃO: PROFESSOR PAULO HENRIQUE

MOTIVAÇÃO

Acessem!

http://recantodasletras.uol.com.br/visualizar.php?idt=1183017

Obrigada pela dica professora Luciana!
Coordenação Pedagógica

Textos

Sugiro os seguintes textos para discussão:

Música: Estudo errado (Gabriel O Pensador)

"Nós, mulheres-professoras, ainda queremos ser deusas e bruxas?" e "O diabo do currículo". CORAZZA, Sandra Maria. Para uma filosofia do inferno na educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002
"Tempos pós-modernos" BARBOSA, Wilmar do Valle in LYOTARD, Jean François. A condição pós-moderna. Sâo Paulo: José Olympio, 2008; E "O ensino e sua legitimação pelo desempenho" (LYOTARD, ibidem)

Livros:
O mestre Ignorante (RANCIÈRE, Jacques. Belo Horizonte: Autêntica, 2005

Boa leitura.
Tânia

terça-feira, 14 de setembro de 2010

ACESSEM!

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/sala_de_aula_objaprendizagem.asp

Coordenação pedagógica compartilhando...

LINKS PEDAGÓGICOS

eXe – extensão de ficheiros

pt.wikipedia.org/wiki/EXE

Xerte= ambiente de desenvolvimento para criar interatividade rica.

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.nottingham.ac.uk/xerte/&ei=xWGPTP71JML88Aaon7G7DQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CCkQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3Dxerte%26hl%3Dpt-BR%26prmd%3Dv

Courselab = SOFTWARE EDUCATIVO - ferramenta de criação , free(grátis)

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.courselab.com/&ei=kWKPTNLLD4P-8AaPm5DeDQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CCQQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DCourselab%2B%253D%26hl%3Dpt-BR

Microsoft Learning Content Development System – CRIAÇÃO DE CURSOS ON-LINE – FREE

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.microsoft.com/learning/en/us/training/lcds.aspx&ei=6mKPTNbTFsP68Aa-0KjWDQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CCQQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DMicrosoft%2BLearning%2BContent%2BDevelopment%2BSystem%26hl%3Dpt-BR

myUdutu = PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE CURSO

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://myudutu.com/forums/forums/post/4.aspx&ei=OGOPTPe-JoL98AaAxvmgDQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=2&ved=0CCcQ7gEwAQ&prev=/search%3Fq%3DmyUdutu%26hl%3Dpt-BR%26prmd%3Dvdf

HotPotatoes = para criar labirintos ação baseada na Web, FREE

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://hotpot.uvic.ca/&ei=gmOPTJ3_KIT68AbIrpHIDQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CB4Q7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DHotPotatoes%26hl%3Dpt-BR

No Brasil, há alguns repositórios que podem ser encontrados materiais educacionais de uso gratuito, como:

Banco Internacional de Objetos de Aprendizagem
Laboratório Virtual - USP (Física e Química)
Micro&Gene - USP (Biologia)
http://cesta.cinted.ufrgs.br/form.consulta.php
LEC - UFRGS (diversas áreas)
RIVED-http://rived.mec.gov.br/projeto.php

A Magia dos Números (matemática)
Laboratório Virtual de Matemática - UNIJUI (matemática)
Science Museum (Física e Lógica)
UNIFRA (diversas áreas)

domingo, 12 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

COMO CRIAR SEU PRÓPRIO BLOG

Acessem o link abaixo:

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=24

Sucesso!
Coordenação Pedagógica

INSCRIÇÕES PARA AS OFICINAS DE BLOG

PARA SE INSCREVER NAS OFICINAS DE BLOG É SÓ DIGITAR SEUS DADOS NO COMENTÁRIO. VAMOS PARTICIPAR!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

ADOLESCENTES: AFINAL, QUEM SÃO OS "ABORRECENTES"?

Segundo pesquisas, o conceito Adolescência (do latim ad, para + olescere, crescer : crescer para) está relacionado a questão do jovem como "problema" há muito tempo. Frases como: -"Os filhos de hoje já não respeitam mais os pais" , nos são familiares.
Do ponto de vista do mundo adulto, o adolescente é um ser em desenvolvimento e em conflito. Este se origina nas mudanças corporais, fatores pessoais e conflitos familiares. O adolescente é considerado "maduro" quando se adapta estrutura da sociedade, ou seja, quando se torna mais uma "engrenagem do sistema".
Muitos dos manuais que se dirigem a adolescentes encaram esta fase dessa maneira para não "quebrar" o tradicionalismo e os ensinam a comportar-se de acordo com o que a sociedade espera deles. Porque as mudanças, que podem surgir com os questionamentos e conflitos que explodem no adolescente, é uma ameaça para a sociedade tradicional. Significa "perigo". Diante de um perigo torna-se mais simples enclausurar as ameaças desta fase, aplicando-se um rótulo de "crise normal" para fazê-los adaptar-se às regras, isto continuará preservando a sociedade.
A adolescência é uma fase de mudanças. É a passagem de uma atitude de mero espectador para atitude ativa, questionadora, geradora de revisão e conseqüente transformação. Numa sociedade acomodada e tradicional, mudanças são ameaças e isto assusta, então mais fácil o comodismo.
Afinal, a maioria dos adultos não gosta de ser questionado, muito menos de mudar seus valores, princípios e padrões de comportamento.
O adolescente é questionador por natureza. Todo adulto já passou pela fase da adolescência, e talvez possa lembrar-se como fora frustrante ser incompreendido.
Para entender um adolescente é preciso olhá-lo de um ponto de vista bem mais amplo que o tradicional.
"Aborrecentes" é um termo conhecido e utilizado por muitos adultos referindo-se aos adolescentes. Quem merece este termo? Quem aborrece quem? Os jovens aos adultos? Ou vice-versa?
Já é hora de muitos adultos limitados e acomodados (verdadeiros "aborrecentes") começarem a questionar-se, aceitar e aprender com essa fase de transformação do jovens ao invés de aborrecer-se. Agir como o habitual é mais confortável e cômodo, porém, sair do tradicionalismo faz bem, aprende-se muito mais e traz soluções.
Começar a ouvir os jovens adolescentes e aceitá-los amenizará os conflitos e criará empatia, isto favorecerá o relacionamento.
O diálogo e a compreensão é o meio mais inteligente para educar e encontrar soluções. Aprendemos muito mais ouvindo do que falando.
Faz-se necessário questionar quem são os aborrecentes. Jovens em fase de adolescência ficam constantemente aborrecidos com as limitações impostas por adultos e podem sentir revolta.
Limites são muito importantes e devem ser colocados, todavia, os meios pelos quais serão colocados podem ser inúmeros, e não precisam ser limitantes nem "aborrecentes".
Os adolescentes costumam ser dóceis, amáveis e muito flexíveis quando conseguem um diálogo onde são compreendidos. Isto além de criar um ambiente de confiança e amizade ajuda na busca de soluções com maior rapidez e eficiência.
Lembre-se: Diálogo é sempre o caminho mais inteligente!
Fonte: Internet

DESFILE DE 7 DE SETEMBRO

DIREÇÃO E EQUIPE PEDAGÓGICA EM AÇÃO

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

CONTRIBUIÇÃO DA PROFESSORA LUDMILLA

SER PROFESSOR



OBRIGADA, PROFESSORA LUDMILLA!
CELINHA ADOROU!

Pedro Demo aborda os desafios da linguagem no século XXI

Pedro Demo é professor do departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB). PhD em Sociologia pela Universidade de Saarbrücken, Alemanha, e pós-doutor pela University of California at Los Angeles (UCLA), possui 76 livros publicados, envolvendo Sociologia e Educação. No mês passado esteve em Curitiba para uma palestra promovida pela Faculdade Opet, e conversou com o Nota 10.



O tema de sua palestra é “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola”. Quais são os maiores desafios que professores e alunos enfrentam, envolvendo essa linguagem?



A escola está distante dos desafios do século XX. O fato é que quando as crianças de hoje forem para o mercado, elas terão de usar computadores, e a escola não usa. Algumas crianças têm acesso à tecnologia e se desenvolvem de uma maneira diferente - gostam menos ainda da escola porque acham que aprendem melhor na internet. As novas alfabetizações estão entrando em cena, e o Brasil não está dando muita importância a isso – estamos encalhados no processo do ler, escrever e contar. Na escola, a criança escreve porque tem que copiar do quadro. Na internet, escreve porque quer interagir com o mundo. A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente. As próprias crianças trocam informações entre si, e a escola está longe disso. Não acho que devemos abraçar isso de qualquer maneira, é preciso ter espírito crítico - mas não tem como ficar distante. A tecnologia vai se implantar aqui “conosco ou sem nosco”.



A linguagem do século XXI envolve apenas a internet?



Geralmente se diz linguagem de computador porque o computador, de certa maneira, é uma convergência. Quando se fala nova mídia, falamos tanto do computador como do celular. Então o que está em jogo é o texto impresso. Primeiro, nós não podemos jogar fora o texto impresso, mas talvez ele vá se tornar um texto menos importante do que os outros. Um bom exemplo de linguagem digital é um bom jogo eletrônico – alguns são considerados como ambientes de boa aprendizagem. O jogador tem que fazer o avatar dele – aquela figura que ele vai incorporar para jogar -, pode mudar regras de jogo, discute com os colegas sobre o que estão jogando. O jogo coloca desafios enormes, e a criança aprende a gostar de desafios. Também há o texto: o jogo vem com um manual de instruções e ela se obriga a ler. Não é que a criança não lê – ela não lê o que o adulto quer que ele leia na escola. Mas quando é do seu interesse, lê sem problema. Isso tem sido chamado de aprendizagem situada – um aprendizado de tal maneira que apareça sempre na vida da criança. Aquilo que ela aprende, quando está mexendo na internet, são coisas da vida. Quando ela vai para a escola não aparece nada. A linguagem que ela usa na escola, quando ela volta para casa ela não vê em lugar nenhum. E aí, onde é que está a escola? A escola parece um mundo estranho. As linguagens, hoje, se tornaram multimodais. Um texto que já tem várias coisas inclusas. Som, imagem, texto, animação, um texto deve ter tudo isso para ser atrativo. As crianças têm que aprender isso. Para você fazer um blog, você tem que ser autor – é uma tecnologia maravilhosa porque puxa a autoria. Você não pode fazer um blog pelo outro, o blog é seu, você tem que redigir, elaborar, se expor, discutir. É muito comum lá fora, como nos Estados Unidos, onde milhares de crianças de sete anos que já são autoras de ficção estilo Harry Potter no blog, e discutem animadamente com outros autores mirins. Quando vão para a escola, essas crianças se aborrecem, porque a escola é devagar.



Então a escola precisa mudar para acompanhar o ritmo dos alunos?



Precisa, e muito. Não que a escola esteja em risco de extinção, não acredito que a escola vai desaparecer. Mas nós temos que restaurar a escola para ela se situar nas habilidades do século XXI, que não aparecem na escola. Aparecem em casa, no computador, na internet, na lan house, mas não na escola. A escola usa a linguagem de Gutenberg, de 600 anos atrás. Então acho que é aí que temos que fazer uma grande mudança. Para mim, essa grande mudança começa com o professor. Temos que cuidar do professor, porque todas essas mudanças só entram bem na escola se entrarem pelo professor – ele é a figura fundamental. Não há como substituir o professor. Ele é a tecnologia das tecnologias, e deve se portar como tal.



Qual é a diferença da interferência da linguagem mais tecnológica para, como o senhor falou, a linguagem de Gutenberg?



Cultura popular. O termo mudou muito, e cultura popular agora é mp3, dvd, televisão, internet. Essa é a linguagem que as crianças querem e precisam. Não exclui texto. Qual é a diferença? O texto, veja bem, é de cima para baixo, da esquerda para a direita, linha por linha, palavra por palavra, tudo arrumadinho. Não é real. A vida real não é arrumadinha, nosso texto que é assim. Nós ficamos quadrados até por causa desses textos que a gente faz. A gente quer pensar tudo seqüencial, mas a criança não é seqüencial. Ela faz sete, oito tarefas ao mesmo tempo – mexe na internet, escuta telefone, escuta música, manda email, recebe email, responde - e ainda acham que na escola ela deve apenas escutar a aula. Elas têm uma cabeça diferente. O texto impresso vai continuar, é o texto ordenado. Mas vai entrar muito mais o texto da imagem, que não é hierárquico, não é centrado, é flexível, é maleável. Ele permite a criação conjunta de algo, inclusive existe um termo interessante para isso que é “re-mix” – todos os textos da internet são re-mix, partem de outros textos. Alguns são quase cópias, outros já são muito bons, como é um texto da wikipedia (que é um texto de enciclopédia do melhor nível).



Qual a sua opinião sobre o internetês?



Assim como é impossível imaginar que exista uma língua única no mundo, também existem as línguas concorrentes. As sociedades não se unificam por língua, mas sim por interesses comuns, por interatividade (como faz a internet por exemplo). A internet usa basicamente o texto em inglês, mas admite outras culturas. Eu não acho errado que a criança que usa a internet invente sua maneira de falar. No fundo, a gramática rígida também é apenas uma maneira de falar. A questão é que pensamos que o português gramaticalmente correto é o único aceitável, e isso é bobagem. Não existe uma única maneira de falar, existem várias. Mas com a liberdade da internet as pessoas cometem abusos. As crianças, às vezes, sequer aprendem bem o português porque só ficam falando o internetês. Acho que eles devem usar cada linguagem isso no ambiente certo – e isso implica também aprender bem o português correto.



O senhor é um grande escritor na área de educação, e tem vários livros publicados. Desses livros qual é o seu preferido?



Posso dizer uma coisa? Eu acho que todos os livros vão envelhecendo, e eu vou deixando todos pelo caminho. Não há livro que resista ao tempo. Mas um dos que eu considero com mais impacto – e não é o que eu prefiro – é o livro sobre a LDB (A Nova LDB: Ranços e Avanços), que chegou a 20 e tantas edições. É um livro que eu não gosto muito, que eu não considero um bom livro, mas... Outros livros que eu gosto mais saíram menos, depende muito das circunstâncias. Eu gosto sobretudo de um livrinho que eu publiquei em 2004, chamado Ser Professor é Cuidar que o Aluno Aprenda. É o ponto que eu queria transmitir a todos os professores: ser professor não é dar aulas, não é instruir, é cuidar que o aluno aprenda. Partir do aluno, da linguagem dele, e cuidar dele, não dar aulas. O professor gosta de dar aula, e os dados sugerem que quanto mais aulas, menos o aluno aprende. O professor não acredita nisso, acha que isso é um grande disparate. Mas é verdade. É melhor dar menos aulas e cuidar que o aluno pesquise, elabore, escreva - aprenda. Aí entra a questão da linguagem de mídia: a língua hoje não é dos gramáticos, é de quem usa a internet. Então a língua vai andar mais, vai ter que se contorcer, vai ser mais maleável.



Então o professor gosta de dar aulas deve mudar esse pensamento?



É um grande desafio: cuidar do professor, arrumar uma pedagogia na qual ele nasça de uma maneira diferente, não seja só vinculado a dar aulas. A pedagogia precisa inventar um professor que já venha com uma cara diferente, não só para dar aulas e que seja tecnologicamente correto. Que mexa com as novas linguagens, que tenha blog, que participe desse mundo – isso é fundamental. Depois, quando ele está na escola, ele precisa ter um reforço constante para aprender. É preciso um curso grande, intensivo, especialização, voltar para a universidade, de maneira que o professor se reconstrua. Um dos desejos que nós temos é de que o professor produza material didático próprio, que ainda é desconhecido no Brasil. Ele tem que ter o material dele, porque a gente só pode dar aula daquilo que produz - essa é a regra lá fora. Quem não produz não pode dar aula, porque vai contar lorota. Não adianta também só criticar o professor, ele é uma grande vítima de todos esses anos de descaso, pedagogias e licenciaturas horríveis, encurtadas cada vez mais, ambientes de trabalho muito ruins, salários horrorosos... Também nós temos que, mais que criticar, cuidar do professor para que ele se coloque a altura da criança. E também, com isso, coloque à altura da criança a escola – sobretudo a escola pública, onde grande parte da população está.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

RECOMENDADO PELA PROFESSORA LUCIANA REBELO

LINK
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/novas-tecnologias-exigem-novos-conteudos
COMPARTILHANDO INFORMAÇÕES...
OBRIGADA, PROFESSORA.
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E DIREÇÃO.

RECOMENDADO PELA PROFESSORA LUDMILLA

LINK
http://marcosbagno.com.br/site2/conteudo/textos.htm
A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA AGRADECE A CONTRIBUIÇÃO DA PROFESSORA LUDIMILLA.
CONTINUE ASSIM...
OBRIGADA PELO COMPARTILHAMENTO DAS INFORMAÇÕES.
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E DIREÇÃO

DICA SAUDÁVEL

Beba água com estômago vazio.

Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido....
Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarreia, diabetes, hemorroidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.
Método de tratamento:

1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.
6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutar de uma vida mais saudável.


A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer a cura das principais doenças:
1. Pressão Alta - 30 dias
2. Gastrite - 10 dias
3. Diabetes - 30 dias
4. Obstipação - 10 dias
5. Câncer - 180 dias
6. Tuberculose - 90 dias
7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.


Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente.
É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.
Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.
Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come. Nada a perder, tudo a ganhar!


Para quem gosta de beber água fria.
Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.
Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.
É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.


Nota muito grave - perigoso para o coração:

As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.
Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.
Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.
60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo...
Sejamos cuidadosos e vigilantes.
Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...
Um cardiologista diz que se todos que receberem esta mensagem, a enviarem a pelo menos uma das pessoas que conhecem, pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.


Fonte: internet

terça-feira, 24 de agosto de 2010

TEXTO REFLEXIVO

Avaliar é necessário.

Sem a avaliação desconheceremos sempre o ponto onde estamos, como estamos ou para onde precisamos nos dirigir. Desconheceremos os valores já construídos, os avanços, e não teremos tempo algum para a alegria de saber que aprendemos!
Sem a avaliação desconheceremos nossas deficiências e não teremos chance alguma para um refazer ou para um recomeço. Não saberemos como prosseguir nem aprimorar. Não conheceremos a força que têm a vontade e a perseverança. Não saberemos do valor que é levantar-se! Nem das obras maravilhosas que o Coletivo consegue construir em nosso aprendizado.
Avaliar é preciso! Auto-avaliar-se, mais ainda!
Jamais alcançaremos o êxito que promove um ato avaliativo íntegro, autêntico, legítimo, incluso, dialógico, emancipatório ou inovador, e muito menos contextualizado, se não nos libertarmos de três coisas que até aqui só atrapalharam o sucesso de uma avaliação: o preconceito do padrão; o orgulho de ser “infalível” e a vaidade (falta de humildade).
Avaliar exige submissão na coragem.
Mensurar poderá ser um ponto da avaliação num currículo ou numa atividade, ou produção qualquer; não é, porém, a avaliação. Enquanto a mensuração se conforma com a medida, a avaliação, complexa e simples por sua natureza, quer estabelecer-se pouco a pouco num processo retroalimentador, coincidindo com o crescimento do próprio ser humano – que se quer melhor, mais perfeito, cada vez mais!

Maurienne Caminha Johansson, UNB / IESB

ATIVIDADE 2

CARO(A) PROFESSOR(A)

FAZER A LEITURA DO TEXTO ABAIXO. ATRAVÉS DE FRAGMENTOS , ELABORAR 1 ATIVIDADE OBJETIVA(CONTEXTUALIZANDO-A COM A SUA DISCIPLINA), POSTANDO-A NO COMENTÁRIO ATÉ O DIA 31.08. SUA PARTICIPAÇÃO CONTARÁ COMO PRESENÇA NA REUNIÃO VIRTUAL DESTA QUINZENA.

SOBRE A SIMPLICIDADE DO ATO DE AVALIAR A APRENDIZAGEM

O ato de avaliar a aprendizagem na escola tem algumas características epistemológicas fundamentais para o seu entendimento e sua prática, já tratadas ao longo dos artigos deste blog, todavia ele se expressa de uma forma muito simples: “o educador pergunta ao seu educando se ele aprendeu o que foi ensinado; caso tenha aprendido, ótimo; caso não tenha aprendido ainda, vai receber um reforço de ensino para que aprenda, pois que os conteúdos ensinados necessitam de ser aprendidos”. Simples, muito simples!
Todavia, nós educadores — em função da própria história da educação escolar no ocidente, do século XVI para cá, em função da trama político-ideológica do controle social, assim como em função da trama psicológico-emocional das relações interpessoais, presentes na prática da avaliação da aprendizagem — distorcemos o ato de avaliar. Introduzimos no seu campo de ação vieses que não lhe pertencem, porém que assumimos como se essencialmente lhe pertencessem.

Nos instrumentos de coleta de dados, introduzimos dificuldades excessivas que não apareceram no ensino, introduzimos expressões lingüísticas incompreensíveis para os educandos, introduzimos armadilhas para “ver se eles são capazes de desvendar”, introduzimos questões e situações-problemas muito mais complexas do que aquelas com as quais praticamos o ensino, introduzimos questões e situações-problemas que exigem procedimentos metodológicos diferentes daqueles que foram utilizados em sala de aulas. Isso só para citar alguns dos desvios comuns na elaboração e uso de instrumentos de coleta de dados para a avaliação da aprendizagem. A imaginação humana é fértil para inventar esses e muitos outros desvios, tendo em vista justificar suas crenças, muitas vezes inconscientes.

Caso abramos mão dessas distorções, o ato de avaliar a aprendizagem se apresentará a todos nós na sua simplicidade que é — através de algum recurso que possibilite a observação e a conseqüente descritiva da conduta do educando, isto é, através de algum instrumento de coleta de dados que seja bem elaborado — “pedir ao estudante que manifeste se aprendeu, ou ainda não, o que nós ensinamos, para que possamos, se necessário, ensinar-lhe de novo, pois que o que importa é aprender”. Simples, mas histórica, política e emocionalmente complicado! Incluímos no ato de avaliar o que — epistemológica e metodologicamente — não lhe pertence.

Talvez, se abrirmos mão de nosso “suposto lugar de poder” — como lembram os psicanalistas —, ou, ainda, se abrirmos mão de nossa “compulsão de educar” — como lembra Wilhem Reich —, certamente que poderemos, nos atos de avaliar a aprendizagem, nos atermos à sua simplicidade: “simplesmente necessitar de saber se o educando aprendeu o que ensinamos, tendo em vista ensinar-lhe melhor”.

Aprovar ou reprovar, estabelecer listas classificatórias (estabelecer o ranking) são práticas externas à avaliação em geral assim como à avaliação da aprendizagem, que trazem muitas mazelas para dentro dessa prática. Esses modos de somente turvam o campo da avaliação da aprendizagem, em prejuízo do educando e da educação como sistema.

Esse texto é um convite para pensar, sentir e aprender a agir de uma forma simples, direta, saudável e compatível com aquilo que significa avaliar, isto é, investigar a qualidade da realidade e, se necessário, proceder alguma intervenção para que ela possa ser melhor e mais saudável.

Salvador, 19 de junho de 2010.
Cipriano Luckesi

TEXTO DE ENRIQUECIMENTO

PROFESSOR CARLOS ROBERTO DE QUÍMICA, COMPARTILHANDO INFORMAÇÕES.
OBRIGADA, PROFESSOR!
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Só conhecimento teórico não forma bom professor
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DOCENTES TAMBÉM PRECISAM DE TÉCNICAS PARA TRANSMITIR CONHECIMENTO, INSPIRAR CRIANÇAS E MANEJAR SALA DE AULA
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ANTÔNIO GOIS
DO RIO

Quando, aos 21 anos, começou a dar aulas, Doug Lemov, 42, conta que ouviu conselhos como "espere o máximo dos seus alunos todo dia" ou "tenha altas expectativas sobre seu desempenho". No momento em que ficava em frente aos estudantes em sala de aula, porém, isso lhe parecia pouco útil.
No meio de tantas frases de efeito, um professor mais experiente lhe falou algo bastante concreto: "Quando precisar dar instruções aos alunos, não faça isso caminhando pela sala enquanto distribui papéis. Eles precisam entender que o que você fala é mais importante do que qualquer outra tarefa".
Foi a partir de dicas práticas como essa que Lemov, hoje diretor de uma rede de escolas nos EUA, passou a prestar atenção nas técnicas dos melhores professores.
Sua obsessão em descobrir o que faz o docente top quando fecha a porta de sua classe o levou a filmar por seis anos aulas de profis sionais que conseguiam, mesmo em situações adversas, que seus alunos aprendessem.
Este trabalho virou livro de repercussão nos EUA, com 150 mil cópias vendidas, e que será lançado em outubro no Brasil, com o nome "Aula Nota 10" (Fundação Lemann e editora Da Boa Prosa).
Nele, Lemov descreve em termos bem práticos 49 técnicas de bons professores. Podem não ser frases glamourosas, mas funcionam. Em entrevista à Folha, o autor diz que seu livro não menospreza o conhecimento teórico. Apenas argumenta que, em vez de aprender apenas a partir de teorias, professores precisam olhar para o que fazem seus colegas com melhor desempenho.
Folha - Seu livro pode ser entendido também como crítica ao modo como se formam professores hoje nos EUA, com currículos que enfatizam demasiadamente teorias pedagógicas e deixam pouco espaço para o ensino de questões práticas de sala de aula. Como foi a repercussão?
Doug Lemov - Pela resposta que tive, percebi que o problema na formação de professores nos EUA é mais profundo do que imaginava.
Alguns me disseram que as ideias do livro eram muito intuitivas. Outros, que não havia nenhuma grande revelação e que o livro era até óbvio. Sinceramente, considerei elogio, pois isso revela que há mais pessoas que pensam da mesma maneira.
Eu tinha também algum receio de o livro não ser bem recebido por professores de escolas públicas, já que trabalho numa organização que mantém escolas "charters" [geridas pela iniciativa privada, mas financiadas pelo poder público para atender gratuitamente alunos pobres] e, nos EUA, tem havido muita disputa em torno deste tema.
Mas acho que os professores entenderam que o livro pode ser útil para seu trabalho, não importa em que tipo de escola eles ensinam.
Só não tive resposta nenhuma das autoridades educacionais, responsáveis pela política de formação de professores. Deles, percebi um silêncio retumbante.
O que explicaria isso?
Talvez achem que eles estejam certos e eu, equivocado. Talvez porque estejam numa postura defensiva, se sentindo ameaçados com os que criticam a política atual de formação. Não estou certo de que as pessoas responsáveis pela formação de professores tenham em mente que o aprendizado das crianças tem que ser a prioridade.
Ao enfatizar a importância de aprender técnicas de manejo de turma em sala de aula, você não estaria menosprezando a formação teórica?
Em nenhum momento digo que o conhecimento teórico não é importante. Pelo contrário, é dramaticamente importante. Se você vai ensinar matemática, você tem que ter uma boa formação em matemática. Mas meu ponto é que só isso não faz de alguém um bom professor.
Acho que as técnicas que descrevo são úteis inclusive para docentes que têm amplo conhecimento da disciplina que lecionam.
Imagine uma escola pública em área pobre que esteja precisando de um professor de física. Hoje em dia, já é difícil achar alguém que conheça bem a disciplina e esteja disposto a dar aulas.
Mas, se as pessoas com boa formação em física souberem também técnicas para fazer boas perguntas, inspirar crianças e manejar uma sala de aula, triplicaríamos o número de pessoas capazes de dar boas aulas.
Meu livro trata muito mais de como transmitir o conhecimento para os alunos. Quando você é especialista em algo, seu conhecimento sobre o tema é quase intuitivo. Isso pode significar que não seja natural para você pensar em formas de transmitir isso para estudantes.
No Brasil, há muitas críticas aos formatos tradicionais da sala de aula, pouco atrativos para jovens do século 21. No entanto, muitos professores reagem argumentando que a sala de aula não é um circo, e que aprender nem sempre é divertido. Qual sua opinião?
Não acho que tenha que se escolher entre um modelo ou outro. É certo que você deve inspirar os alunos e atrair sua atenção, mas é preciso também fazê-los trabalhar duro.
Só não entendo como algumas pessoas resistem tanto em melhorar. Se você me disser que há coisas que possa fazer para ser um pai melhor, eu vou querer aprender, mesmo que eu já me considere o melhor pai do mundo.
Se em sua escola há uma maioria de professores desmotivados ou desinteressados em melhorar, é difícil ser o que dará o primeiro passo. Mas, se você dá esse passo, outros o seguirão, e isso se tornará uma bola de neve.
Mas, no Brasil, professores muitas vezes dão aulas em situações precárias. Como cobrar entusiasmo de um profissional nessa situação?
É certamente mais fácil ser um ótimo professor numa escola maravilhosa. Mas, mesmo nas piores escolas dos Estados Unidos, há sempre um, dois ou três que se destacam, e, no meu livro, eu destaco principalmente o trabalho de professores que dão aulas para alunos mais pobres.
Mesmo não conhecendo bem o Brasil, tenho certeza de que há bons profissionais mesmo em escolas de pior desempenho. Meu ponto é que, em vez de aprender só com teorias, também deveríamos aprender com exemplo dos ótimos professores.
Há, porém, escolas que facilitam o trabalho desses bons professores e outras que dificultam. Quais características você identifica nas que apresentem bons resultados?
Em primeiro lugar, são escolas preocupadas, acima de tudo, no aprendizado do aluno. Parece bobo dizer isso, mas, na prática, nem sempre é o que acontece. Em segundo, há também uma constante análise de resultados, para identificar os pontos fracos e corrigi-los. Por último, são locais onde o professor se sente valorizado e respeitado.
E o que um diretor precisa fazer para motivar a equipe?
Sei que é comum o ceticismo de professores em relação a aperfeiçoamento. Em parte, eles têm razão, pois muitos conselhos ou treinamentos dão em nada. Mas fazer os professores confiarem no seu trabalho é um resultado, e não uma pré-condição. É preciso mostrar que você é capaz de ajudá-los a serem melhores. Se você consegue fazer isso ao menos com uma minoria, é natural que outros vejam o resultado e passem a acreditar em você.

Fonte: Folha de São Paulo – Cotidiano / 16/08/2010

REUNIÃO DE PAIS DO DIA 19/08/2010

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
COORDENADORIA REGIONAL DA REGIÃO NORTE FLUMINENSE II - MACAÉ
COLÉGIO ESTADUAL JACINTHO XAVIER MARTINS

AGENDA

Abertura
19h: Fala da Direção
19h10min: Informações sobre a AAE – Célia – Diretora Geral
19h40min: PDE / IDEB, por Teresa Giarolla - Orientadora de Gestão
20h10min: Regras de Conduta do Aluno , por Célia – Diretora Geral
20h50min: Escola dos Sonhos , por Maria Francisca – Diretora Adjunta
( Opinião dos pais sobre a escola dos sonhos para seus filhos)
21h20min: Homenagem aos pais dos alunos destaque do 2º bimestre – Direção e Pedagógico.(slide com texto reflexivo)
21h30min: Término com Vídeo – Os olhos de quem vê.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

REUNIÕES VIRTUAIS

A EQUIPE PEDAGÓGICA, TEM O PRAZER DE APRESENTAR,
OS PROFESSORES BLOGUEIROS DO COLÉGIO JACINTHO

*RAFAEL
*PAULO HENRIQUE
*ROSANIA MARIA
*LUDMILLA
*NULZIENE
*KARLA
*ALEXANDRE
*ELIZÂNGELA
FLÁVIO
*ANDREIA
*CELIA LOURO

PARABÉNS PROFESSORES. VOCÊS FAZEM A DIFERENÇA.
MUITO OBRIGADA PELA PARTICIPAÇÃO, CONTINUEM CONTRIBUINDO.
PRÓXIMO LEVANTAMENTO EM 30 DE AGOSTO DE 2010. COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E DIREÇÃO

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

CRONOGRAMA DE REUNIÕES

DIREÇÃO E COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA, COM OS PROFESSORES:
ASSUNTO: REFLEXÃO SOBRE AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS, PERTINENTES AO PDE.

1º TURNO 11/08 DAS 10H ÀS 12H30MIN
2º TURNO 12/08 DAS 15H30MIN ÀS 18H
3º TURNO 10/08 DAS 20H ÀS 22H20MIN

OBS: NOS HORÁRIOS MARCADOS PARA AS REUNIÕES , OS ALUNOS FICARÃO EM SALA, DESENVOLVENDO ATIVIDADES ELABORADAS PELOS PROFESSORES DAS TURMAS.
PROFESSORES QUE NÃO TRABALHAM NESTES DIAS, RESPECTIVAMENTE NOS HORÁRIOS DAS REUNIÕES, PODERÃO ESCOLHER O MELHOR DIA E HORÁRIO, MAS PRECISAMOS DA PRESENÇA DE TODOS.
CASO O PROFESSOR JÁ TENHA ASSISTIDO A REUNIÃO, O MESMO FICARÁ EM TURMA.

DIA 19 DE AGOSTO ÀS 19H

REUNIÃO GERAL, COM PAIS E PROFESSORES.


DIA 25 DE AGOSTO ÀS 19H

REUNIÃO PARA OS DOCENTES
COM A ORIENTADORA DE GESTÃO (REPRESENTANTE DA COORDENADORIA REGIONAL E DA SEEDUC)
A LISTAGEM DA PRESENÇA NESTA REUNIÃO, IRÁ SEGUIR PARA A SEEDUC, ATRAVÉS DE OFÍCIO.


DIA 22 DE SETEMBRO DE 2010

VISITA AO MUSEU DE LÍNGUA PORTUGUESA EM SÃO PAULO
COM A TURMA 4001 CN

DIREÇÃO E COORDENAÇÃOPEDAGÓGICA

PRAZER DE ENSINAR

Aline tem 4 anos e todo santo dia é uma batalha contra a mãe que grita para que ela coma salada, mas a recusa é total, permanente e sempre acompanhada de muito choro e muita lágrima.
Onde está o prazer de comer?
Naquele dia o autor do crime não está à mesa... Há quatro anos, ao menos, que o pai da menina diz alto e bom som, provocando sua esposa ao mesmo tempo em que lança um olhar matreiro em direção à filhinha: não sou vaca para ficar ruminando capim. O criminoso de nossa história de “prazer de aprender” tem um nome: o ensino.
Sim, nossos alunos adoram aprender. Viu como são craques em videogames? Como dominam e tiram tudo o que querem daquela maquininha chamada computador? Escrevem lindas mensagens aos amigos, compõem poesias e declarações de amor. Como se divertem e se comunicam através do celular. Como decoram todo o vocabulário inglês das canções da moda e dos termos da informática. Como fazem contas para saber de quanto vai ser a “cantada” no pai para completar a mesada e poder comprar o tênis de grife.
E no entanto, as aulas de português são um suplício, as de inglês um inferno, as de matemática é melhor não dizer em público o que dizem que elas são, das outras nem se fala então... Sem comentários.
Alguma coisa está podre no reino do ensino.
Prazer de aprender rima com prazer de ensinar.
Quando a criança é pequenina e tem a sorte de ainda não ir para a escola, tudo o que está aprendendo é na base da brincadeira e cercada de muito incentivo e de muito sorriso. Olha que gracinha: ela já bate palminhas. Veja como diz papai, mamãe, bebê. Come, filhinho, vê como é gostoso. Que graça quando ela diz que conta até dez: um, dois, três, nove, dez, quatro, dois...
Você percebeu? É tudo estimulante, aplaudido, divertido, gostoso, prazeroso. Todo erro é acompanhado de uma correção suave, paciente e sempre incentivadora.
Por que então o prazer de aprender chega até o portão da escola e teima em não entrar?
Também, não vamos exagerar. Hás muita criança que adora a escola. Muitos adolescentes aprendem perfeitamente todo o conteúdo, têm imenso sucesso em sua escolaridade e terminam o curso superior com uma grande bagagem para se inserir no mundo do trabalho. Muito adulto existe que afirma com a cabeça erguida: tudo o que alcancei foi graças aos bons professores que tive durante minha vida escolar.
Aí está: atrás de todo grande aluno sempre se descobrem grandes professores.
Prazer de ensinar não cai do céu. Processo longo que começou naquele dia em que você decidiu ser professor, não porque não servia para outra coisa, mas porque almejava ajudar”os filhos dos outros” a aprenderem, a crescerem como gente e terem sucesso na vida.
E continuou por meio do investimento em si mesmo para aprimorar seus conhecimentos. Como é longa a caminhada de quem tem que aprender a vida toda, pois a ciência progride sem cessar e quem não acompanha as novidades fica para trás. Professor competente estuda sempre.
E prosseguiu com a busca de novas maneiras de ministrar aulas, procurando métodos inovadores que estimulem o interesse e a curiosidade do aluno. “Eu acho que vou conseguir passar esse conteúdo por meio de jogos, de gincanas, talvez. Na turma do ano passado inventei um sistema de pontos por equipes e a garotada se esbaldou em pesquisas originais e alcançou resultados que nem eu poderia esperar. Foi um esbanjamento de aprendizado.”
E mais que tudo: você descobriu, em contato com seus alunos e depois de se perguntar onde se situa a essência do ensinar, que o professor deve ser admirado e amado por eles. Por quê?
Por narcisismo. De jeito nenhum. Mas sim porque aprendizagem é obrigação e ofício do aprendiz, que terá interesse em aprender se perceber no mestre aquela motivação intrínseca que provoca e instiga no pupilo a garra para estudar sempre com todo ardor.
Professor motivador sabe estimular seus alunos a aprenderem com alegria.
Prazer intelectual é compartilhado pelo professor com seu aluno.
Ocorre quando o aprendiz e o mestre se olham um ao outro com admiração e estima.
Prazer de aprender é o reflexo no espelho do prazer de ensinar.

Egídio José Romanelli

sexta-feira, 30 de julho de 2010

ENCONTRÃO DOS PROFESSORES

ATENÇÃO!
DIA 02/08/10
ENCONTRÃO DOS PROFESSORES
Caso não seja o seu dia de trabalho
o horário poderá ser escolhido por você:
Manhã ( 10:30), tarde (16:30) ou noite (20:30).
Sua presença será registrada em ata.
A direção



PROGRAMAÇÃO PARA VOLTA ÀS AULAS
02 /08/2010
1º Turno
7h30min – Acolhida dos alunos – no pátio
 Boas vindas
 Solenidade - Hino Nacional
 Dinâmica – O Desafio
 Escola dos Sonhos – Depoimento dos representantes das turmas – (5 min para cada)
 A Sala de Aula dos Sonhos – Depoimento dos professores conselheiros – 5 min para cada)
 Reflexão: Professores Apaixonados
10h – Almoço
10h30min – Reunião com os professores
 Apresentação em Power Point:dos índices de desenvolvimento e do percentual de entrega dos diários no 2º bimestre.
 Fragmentos reflexivos sobre: Reprovação e Avaliação.

 Apresentação do Blog
 Entrega dos diários do 3º bimestre
OBS: Fórum no BLOG, para comentários.
Encerramento: Música

2º Turno
13h30min – Acolhida dos alunos – no pátio
 Boas vindas
 Solenidade- Hino Nacional
 Dinâmica -
 Escola dos Sonhos – Depoimento dos representantes das turmas – 5min
 A Sala de Aula dos Sonhos – Depoimento dos professores conselheiros – 5min
 Reflexão
16h – Almoço
16h30min – Reunião com os professores
 Apresentação em Power Point:dos índices de desenvolvimento e do percentual de entrega dos diários no 2º bimestre.
 Fragmentos reflexivos sobre: Reprovação e Avaliação.
OBS: Fórum no BLOG, para comentários.
Encerramento: Música
3º Turno
18h30min – Acolhida dos alunos – no pátio
 Boas vindas
 Solenidade- Hino Nacional
 Dinâmica -
 Escola dos Sonhos – Depoimento dos representantes das turmas – 5min
 A Sala de Aula dos Sonhos – Depoimento dos professores conselheiros – 5min
 Reflexão
20h – Almoço
20h30min – Reunião com os professores
 Apresentação em Power Point:dos índices de desenvolvimento e do percentual de entrega dos diários no 2º bimestre.
 Fragmentos reflexivos sobre: Reprovação e Avaliação.
OBS: Fórum no BLOG, para comentários.
Encerramento: Música