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domingo, 12 de dezembro de 2010

LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996

Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional

Presidente da República:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

TÍTULO I

DA EDUCAÇÃO

Artigo 1º - A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

§ 1º - Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.

§ 2º - A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e a prática social.

TÍTULO II

DOS PRINCÍPIOS E FINS DA EDUCAÇÃO NACIONAL

Artigo 2º - A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Artigo 3º - O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;

III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;

IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;

V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;

VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;

VII - valorização do profissional da educação escolar;

VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;

IX - garantia de padrão de qualidade;

X - valorização da experiência extra-escolar;

XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

TÍTULO III

DO DIREITO À EDUCAÇÃO E DO DEVER DE EDUCAR

Artigo 4º - O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:

I - ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria;

II - progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio;

III - atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino;

IV - atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade;

V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um;

VI - oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando;

VII - oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola;

VIII - atendimento ao educando, no ensino fundamental público, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde;

IX - padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.

Artigo 5º - O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo.

(...)

§ 3º - Qualquer das partes mencionadas no caput deste artigo tem legitimidade para peticionar no Poder Judiciário, na hipótese do § 2º do artigo 208 da Constituição Federal, sendo gratuita e de rito sumário a ação judicial correspondente.

§ 4º - Comprovada a negligência da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser imputada por crime de responsabilidade.

§ 5º - Para garantir o cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o Poder Público criará formas alternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização anterior.

(...)

Artigo 21 - A educação escolar compõe-se de:

I - educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio;

II - educação superior.

(...)

Artigo 22 - A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.

(...)

Artigo 26 - Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.

(...)

§ 4º - O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e européia.

(...)

Artigo 32 - O ensino fundamental, com duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:

(...)

IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

(...)

§ 3º - O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.

(...)

Artigo 37 - A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.

§ 1º - Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.

(...)

Artigo 39 - A educação profissional, integrada às diferentes formas de educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia, conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva.

Parágrafo único. O aluno matriculado ou egresso do ensino fundamental, médio e superior, bem como o trabalhador em geral, jovem ou adulto, contará com a possibilidade de acesso à educação profissional.

(...)

Artigo 58 - Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.

§ 1º - Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender as peculiaridades da clientela de educação especial.

§ 2º - O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.

§ 3º - A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.

Artigo 59 - Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:

I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades;

II - terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;

III - professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns;

IV - educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;

V - acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.

(...)

Artigo 75 - A ação supletiva e redistributiva da União e dos Estados será exercida de modo a corrigir, progressivamente, as disparidades de acesso e garantir o padrão mínimo de qualidade de ensino.

(...)

Artigo 78 - O Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilíngüe e intercultural aos povos indígenas, com os seguintes objetivos:

I - proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades étnicas, a valorização de suas línguas e ciências;

II - garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não-índias.

Artigo 79 - A União apoiará técnica e financeiramente os sistemas de ensino no provimento da educação intercultural à comunidades indígenas, desenvolvendo programas integrados de ensino e pesquisa.

§ 1º - Os programas serão planejados com audiência das comunidades indí-genas.

§ 2º - Os programas a que se refere este artigo, incluídos nos Planos Nacionais de Educação, terão os seguintes objetivos:

I - fortalecer as práticas sócio-culturais e a língua materna de cada comunidade indígena;

II - manter programas de formação de pessoal especializado, destinado à educação escolar nas comunidades indígenas;

III - desenvolver currículos e programas específicos, neles incluindo os conteúdos culturais correspondentes às respectivas comunidades;

IV - elaborar e publicar sistematicamente material didático específico e diferenciado.

(...)

Artigo 87 - É instituída a Década da Educação, a iniciar-se um ano a partir da publicação desta Lei.

§ 1º - A União, no prazo de um ano a partir da publicação desta Lei, encaminhará, ao Congresso Nacional, o Plano Nacional de Educação, com diretrizes e metas para os dez anos seguintes, em sintonia com a Declaração Mundial sobre Educação para Todos.

§ 2º - O Poder Público deverá recensear os educandos no ensino fundamental, com especial atenção para os grupos de sete a quatorze e de quinze a dezesseis anos de idade.

§ 3º - Cada Município e, supletivamente, o Estado e a União, deverá:

I - matricular todos os educandos a partir dos sete anos de idade e, facultativamente, a partir dos seis anos, no ensino fundamental;

II - prover cursos presenciais ou a distância aos jovens e adultos insuficientemente escolarizados;

III - realizar programas de capacitação para todos os professores em exercício, utilizando também, para isto, os recursos da educação a distância;

IV - integrar todos os estabelecimentos de ensino fundamental do seu território ao sistema nacional de avaliação do rendimento escolar.

§ 4º - Até o fim da Década da Educação somente serão admitidos professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço.

§ 5º - Serão conjugados todos os esforços objetivando a progressão das redes escolares públicas urbanas de ensino fundamental para o regime de escolas de tempo integral.

§ 6º - A assistência financeira da União aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, bem como a dos Estados aos seus Municípios, ficam condicionadas ao cumprimento do artigo 212 da Constituição Federal e dispositivos legais pertinentes pelos governos beneficiados.

(...)

Artigo 91 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Artigo 92 - Revogam-se as disposições das Leis ns. 4.024, de 20 de dezembro de 1961, e 5.540, de 28 de novembro de 1968, não alteradas pelas Leis ns. 9.131, de 24 de novembro de 1995 e 9.192, de 21 de dezembro de 1995 e, ainda, as Leis ns. 5.692, de 11 de agosto de 1971 e 7.044, de 18 de outubro de 1982, e as demais leis e decretos-leis que as modificaram e quaisquer outras disposições em contrário.

Brasília, 20 de dezembro de 1996; 175º da Independência e 108º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Paulo Renato Souza

FECHAMENTO DO ANO DE 2010

PREZADO PROFESSOR:

FAVOR COMPARECER AO COC DO 4° BIMESTRE COM TODOS OS DIÁRIOS PREENCHIDOS. LEMBRANDO QUE OS MODELOS DAS ATIVIDADES DOS SÁBADOS LETIVOS, FICARÃO ARQUIVADAS NA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA, PARA FINS DE SUPERVISÃO.
O PONTO DO MÊS DE DEZEMBRO SERÁ LIBERADO PARA ASSINATURA, APÓS A ENTREGA DE TODOS OS INSTRUMENOS QUE COMPETEM ÀS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR.
CASO O ALUNO FIQUE EM DEPENDÊNCIA, COMPETE AO PROFESSOR ENTREGAR OS MÓDULOS PARA O ANO DE 2011, ATÉ O DIA 23 DE DEZEMBRO.
FREQUÊNCIA ABAIXO DE 75%, O ALUNO TERÁ DIREITO A RECLASSIFICAÇÃO, COM TODO O RESPALDO REGISTRADO EM ATA.COMPETE AO PROFESSOR OS INTRUMENTOS DOS CONTEÚDOS PERTINENTES AO BIMESTRE FALTOSO PARA QUE O ALUNO POSSO RESATAR A INFREQUÊNCIA EM RELAÇÃO À DEFICIÊNCIA DE CONTEÚDO.
RESPADO DA PORTARIA 48 DE 02.12.2004.

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA


III- A PORTARIA E/SAPP Nº 48/2004: ASPECTOS CENTRAIS

* Uma concepção de avaliação

Os artigos 1º e 2º da Portaria E/SAPP 48/04 destacam a concepção de avaliação que fundamenta o atual sistema de avaliação da aprendizagem. A avaliação da aprendizagem é um tipo de procedimento de responsabilidade da escola e visa a obter um diagnóstico do processo de ensino e aprendizagem dos alunos, em relação à programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa de escolaridade. Além de diagnosticar, avaliar envolve decisões. Estas duas dimensões são constitutivas das práticas avaliativas. Observa Luckesi,: a avaliação deve possibilitar o “reconhecimento dos caminhos percorridos e da identificação dos caminhos a serem perseguidos” (1995,p.43).

Assim, a avaliação da aprendizagem possibilita ao professor consciência sobre o curso dos processos e dos resultados educativos.

Nesse sentido, precisamos ter clareza dos nossos objetivos, dos critérios utilizados e, sobretudo, da adequação de nossos instrumentos.

* Avaliação no 1º segmento do Ensino Fundamental

O primeiro segmento do ensino fundamental da Rede Pública Estadual de Ensino é organizado em dois ciclos (Art. 1º). O primeiro ciclo compreende os três primeiros anos de escolaridade e o segundo ciclo os dois anos subseqüentes.

Os ciclos compreendem períodos escolares que ultrapassam as séries, submetendo o tempo da escola ao tempo das aprendizagens. O objetivo é evitar a fragmentação do currículo que decorre do regime seriado, além de possibilitar maior integração dos conhecimentos, prevendo unidades maiores e mais flexíveis, motivo pelo qual a retenção do aluno só ocorre ao final dos ciclos, quando constatadas dificuldades de aprendizagens.

Esse tipo de organização implica mudança nas concepções e práticas pedagógicas dos professores, tendo em vista que o foco é deslocado da aprovação/reprovação para o processo de construção dos conhecimentos pelos alunos.

· Dependência

Desde 1994 de acordo com a Deliberação CEE/RJ 207/94, as escolas públicas estaduais são obrigadas a oferecer a dependência. Entretanto, a operacionalização da progressão parcial ocasionou muitas dificuldades para as escolas, inclusive sobrecarregando os Centros de Estudos Supletivos que deixavam de cumprir a sua principal função para atender os alunos em dependência. Após várias reuniões com as Coordenadorias Regionais, houve um consenso com relação à forma de implementar a dependência. Assim, de acordo com a Portaria 048/04, ao final do ano, o aluno em dependência receberá um plano de estudos. As atividades propostas devem ser entregues ao docente no início do novo período letivo quando o aluno será avaliado. Avaliação esta (& 3º do Art. 8º) que abrange não só as atividades do plano de estudos como a possibilidade de aplicação de uma prova.

Da 5ª do Ensino Fundamental à 3ª série do ensino Médio o aluno poderá ficar apenas em duas dependências (Art.9º). Ex: História na 7ª e História na 8ª série. Caso o aluno seja reprovado em mais um componente disciplinar, ele ficará retido. O discente só poderá cursar uma nova dependência se vencer pelo menos uma das anteriores.

O aluno que ao término da 8ª série mantiver dependência em até duas disciplinas do Ensino Fundamental poderá ingressar no Ensino Médio mediante comprovação de matrícula na (s) dependência (s) no Ensino Fundamental.

Os certificados de conclusão somente poderão ser expedidos quando o aluno for declarado aprovado em todas as disciplinas, inclusive na (s) dependência (s).

Da documentação de transferência do aluno deverão constar as disciplinas em que se encontra a dependência, o relatório sobre o desempenho do aluno, especificando os conhecimentos que não foram construídos, e o plano de estudos.

· Reclassificação

Os alunos reprovados por insuficiência de freqüencia que apresentam rendimento superior ao mínimo previsto nesta Portaria (Art. 2º & 3º) só podem ser reclassificados no ano letivo seguinte. Neste processo, assim como no caso de reclassificação de alunos transferidos, é obrigatória a avaliação em todos os componentes curriculares da Base Nacional Comum. (Art. 12).

· Parte Diversificada do Currículo

A Parte Diversificada é componente obrigatória do currículo e tem como objetivo atender às características sociais, econômicas e culturais locais, devendo ser organizada de forma articulada à Base Nacional Comum. Nas matrizes do Ensino Fundamental e Médio, a Parte Diversificada é constituída pela Língua Estrangeira, pelo Ensino Religioso e pelas Atividades Complementares.

A avaliação da Língua Estrangeira e das Atividades Complementares, quando oferecidas sob forma de disciplinas (aquelas da Base Nacional Comum), segue as mesmas orientações das disciplinas da Base Nacional Comum. Já o Ensino Religioso e Atividades Complementares, quando desenvolvidas através de Projetos, não devem ser considerados para fins de promoção. O professor deverá, entretanto, registrar a freqüência e elaborar relatório sintético sobre a participação dos alunos. A freqüência e o relatório integrarão o histórico escolar.

IV- BIBLIOGRAFIA

· CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CEB nº 15/98. Diretrizes Curriculares Nacionais Para o Ensino Médio. Aprovado em 01/06/98. Brasília, 25 de Junho de 1998.

· CONSELHO ESTADUAL DE EDUÇÃO DO RIO DE JANEIRO. Parecer CEE nº 025/98, de 10 de fevereiro de 1998. Aprova Projeto da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro relativo à Reorganização do Sistema Educacional Estadual. Diário Oficial do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 1998.

· Hoffman, Jussara. Avaliação Mediadora. Porto Alegre: Ed. Mediação, 1993.

· LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995.

· PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto alegre: Artes Médicas, 1999.

· SACRISTÁN, J. Gimeno e GÓMEZ., A I. Pérez Compreender e Transformar o Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

· SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO. Portaria SAPP nº 048/04 de 2 de dezembro de 2004. Estabelece normas de avaliação do desempenho escolar e dá outras providências. Diário Oficial do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, de 3 de dezembro de 2004.

V- ANEXO 1

Portaria E/SAPP nº 48/2004- 02/12/04
Estabelece normas de avaliação do desempenho escolar e dá outras providências.

A SUBSECRETÁRIA ADJUNTA DE PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO, no uso de suas atribuições legais, com fundamento na Resolução SEE nº 2242, de 9 de setembro de 1999,


RESOLVE:

Art. 1º - Na Educação Infantil e no Ensino Fundamental ( 1º segmento), a avaliação será diagnosticada, continuada e diversificada de maneira a subsidiar o fazer pedagógico do professor, assim como oferecer informações sobre o desempenho escolar do aluno, sendo registrada em relatório bimestral.

& 1º - Avaliação na Educação Infantil visará ao acompanhamento do desempenho do aluno, sem fins de retenção.

& 2º - O professor deverá registrar cotidianamente os avanços e as dificuldades dos alunos e da turma visando a replanejar as suas ações, a subsidiar as discussões no Conselho de Classe, bem como a elaboração do relatório bimestral e final.

& 3º - Em caso de transferência no transcorrer do período letivo, um relatório parcial deverá ser anexado ao documento de transferência do aluno.

& 4º - O relatório bimestral do 1º e 2º ciclos do ensino Fundamental deverá conter análise do desempenho do aluno em relação aos conhecimentos curriculares relevantes trabalhados no período e as estratégias de recuperação paralela utilizadas.

& 5º - Só poderá ocorrer retenção ao final do ciclo (3.º ano), do 2º ciclo ( 2º ano) e do Ciclo Único da Educação de Jovens e Adultos quando o aluno não alcançar os objetivos propostos para o ciclo e, neste caso, o aluno deverá cursar o último ano do ciclo que ficou retido.

& 6º - Ficará retido o aluno que ao final do ano de escolaridade não obtiver freqüência igual ou superior a 75% do total de horas letivas.

& 7º - Cabe à equipe pedagógica e ao professor regente da Unidade Escolar estabelecerem uma programação curricular específica para atender o aluno em suas dificuldades com acompanhamento da Coordenadoria Regional.

Art. 2º - A avaliação do desempenho escolar no Ensino Fundamental (2º segmento), no Ensino Médio, no Ensino Normal, na Educação Profissional tem o caráter diagnóstico, reflexivo e inclusivo, devendo oferecer suporte para o replanejamento do trabalho pedagógico, a partir da identificação dos avanços e dificuldades apresentados pelo aluno.

& 1º - Será retido na série/módulo o aluno que não apresentar, no mínimo, 75% de freqüência do total da carga horária prevista no período letivo.

& 2º - No 2º segmento do Ensino Fundamental, no Ensino Médio, no Ensino Normal e na Educação Profissional a Unidade Escolar utilizará escala de 0 a 10 pontos para registrar o desempenho do aluno, podendo complementar a avaliação com relatório.

& 3º - Será promovido à série/módulo seguinte o aluno cujo somatório das avaliações dos quatro bimestres totalize, no mínimo, 20 (vinte) pontos.

& 4º - Será promovido à fase seguinte o aluno cujo somatório das avaliações dos dois bimestres totalize, no mínimo, 10 (dez) pontos.

& 5º - Nas avaliações bimestrais deverão ser utilizados, no mínimo, 3 (três) instrumentos avaliativos diferenciados.

Art. 3º - A avaliação dos alunos com necessidades educacionais especiais deve levar em conta as potencialidades e possibilidades de cada indivíduo.
Parágrafo único – O professor deverá realizar adaptações curriculares, utilizando recursos didáticos diversificados e processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos com necessidades educacionais especiais, em consonância com o projeto pedagógico da escola, respeitada a freqüência obrigatória.


DA RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Art. 4º - Os estudos de recuperação paralela são obrigatórios, sendo oferecidos sempre que o aluno apresentar dificuldades no processo de aprendizagem nos ciclos ou menos de 5 (cinco) pontos no bimestre no 2.º segmento do Ensino Fundamental, no Ensino Médio, no Ensino Normal e na Educação Profissional.

& 1º - O planejamento e os procedimentos relativos à recuperação constarão do Projeto Pedagógico da Unidade Escolar.

& 2º - No processo de recuperação o aluno será reavaliado e, somente quando constatado seu progresso, deverá ocorrer a respectiva mudança do resultado. O resultado da recuperação substitui o anterior.

Art. 5º - Os estudos de recuperação da aprendizagem desenvolvidos de forma paralela poderão ser realizados utilizando-se as seguintes estratégias, de acordo com a disponibilidade da Unidade Escolar:

I – atividades diversificadas oferecidas durante a aula;

II – atividades em horário complementar na própria escola;

III- plano de trabalho organizado pelo professor para estudo independente pro parte do aluno.

Parágrafo único- Nos casos dos incisos I e II, admite-se o sistema de monitoria, sob a supervisão do professor, que poderá ser realizada por alunos da mesma turma ou de séries mais adiantadas.


DA PROGRESSÃO PARCIAL

Art. 6º - A progressão parcial, sob a forma de dependência, é admitida no 2º segmento do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, do Ensino Normal e da Educação Profissional, em até duas disciplinas.

Art. 7º - O planejamento e os procedimentos da progressão parcial deverão constar do Projeto pedagógico da Unidade Escolar.

Art. 8º - Em caso de reprovação o professor da respectiva disciplina apresentará relatório sobre o desempenho do aluno, especificando os conhecimentos que não foram construídos, com vistas à elaboração de um plano de estudos.

& 1º - O plano de estudos deverá ser elaborado pelo professor, considerando os conhecimentos que não foram construídos pelo aluno, sendo composto por atividades diversificadas, tais como pesquisas, trabalhos, exercícios, etc.

& 2º - O professor poderá prever no plano de estudos encontros para orientação dos alunos.

& 3º - O aluno deverá entregar as atividades propostas no plano de estudos no primeiro bimestre do período letivo, quando será avaliado pelo professor.

& 4º - Será realizado um Conselho de Classe específico para o aluno em dependência. Caso o aluno não obtenha sucesso, nos bimestres sucessivos serão propostas outras atividades/avaliações.

& 5º - As atividades propostas no plano de estudos, as normas, os critérios de avaliação para a promoção na dependência estarão explicitadas em Termo de compromisso a ser assinado pelo aluno, quando maior de idade, ou pelo seu responsável, quando menor.

Art. 9º - O aluno poderá acumular apenas duas dependências:

I – em disciplinas diferentes na mesma série;

II – em disciplinas diferentes em séries distintas;

III – na mesma disciplina em séries diferentes.

Parágrafo Único – O aluno só poderá cursar nova (s) dependência (s) quando for aprovado na (s) anterior (es).

DA RECLASSIFICAÇÃO

Art. 10° - O processo de reclassificação deverá constar, obrigatoriamente, do Projeto Pedagógico da Unidade Escolar de maneira a posicionar o aluno adequadamente, considerando-o em suas dimensões: cognitiva, afetiva e nas relações sociais.

Art. 11° – O processo de reclassificação no Ensino Fundamental e no Ensino Médio abrange:

a) o aluno que concluiu com êxito a aceleração de estudos;

b) o aluno transferido de outro estabelecimento de ensino que demonstrar desenvolvimento de competências e habilidades excepcionalmente superior ao que está previsto na proposta curricular elaborada pela escola;

c) o aluno da própria escola que demonstrar ter atingido nível de desenvolvimento e aprendizagem superior ao mínimo previsto para aprovação na série/fase cursada e tiver sido reprovado por insuficiência de freqüência;

Art. 12° – No processo de reclassificação, deverá ser feita uma avaliação do aluno em todos os componentes curriculares da Base Nacional Comum.

Art. 13° – O resultado da reclassificação deve ser registrado em ata e constar, obrigatoriamente, da Ficha Individual do aluno e em seu Histórico Escolar, na parte referente à observação.

DA PARTE DIVERSIFICADA DO CURRÍCULO

Art. 14° – A Parte Diversificada constitui componente obrigatório do currículo escolar, de forma a permitir a articulação, o enriquecimento e a ampliação da Base Nacional Comum.

Parágrafo Único – O planejamento da Parte Diversificada constará do Projeto Político Pedagógico, oportunizando o exercício da autonomia e retratando a identidade da Unidade Escolar.

Art. 15° – A língua estrangeira moderna, componente curricular obrigatório, deverá ser oferecida a partir da 5ª série cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, de acordo com os recursos humanos existentes na instituição.

Art. 16° – O Ensino Religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante do currículo escolar, sendo obrigatória a sua oferta pela unidade escolar.

Parágrafo Único – a avaliação no Ensino Religioso não implicará em retenção do aluno no ciclo/série/fase.

Art. 17° – A Atividade Complementar do currículo deve ser definida em conjunto pela unidade escolar, podendo ser oferecida através de disciplinas e de projetos que, integrados ao currículo, abordem temas relevantes para a comunidade escolar.

& 1º - No caso da Atividade Complementar ser desenvolvida através de disciplinas, serão obedecidas as mesmas regras adotadas para os componentes curriculares da Base Nacional Comum, inclusive no que se refere à avaliação e a apuração da freqüência dos alunos.

& 2º - Caso a Atividade Complementar seja implementada através de projetos, é imprescindível:

I – apresentar em seu planejamento um cronograma, explicitando todas as suas etapas, bem como as estratégias de avaliação, valorizando a participação do aluno, não implicando em retenção na série/fase.

II – prever a duração mínima de um bimestre, evitando-se a fragmentação e a pulverização das ações;

III – considerar a carga horária referente à participação do aluno nas atividades do projeto, quando da apuração total de sua freqüência;

& 3º - O registro do desempenho e da freqüência do aluno nas disciplinas elencadas para a Parte Diversificada deverão fazer parte do Histórico Escolar.

& 4º - O registro da freqüência e o relatório sintético sobre a participação dos alunos nos projetos deverão fazer parte do histórico escolar.

Art. 18 º - esta Portaria entrará em vigor no ano letivo de 2005, rvogadas as disposições em contrário, especialmente as Portarias E/SUEN nº 06 de 21 de setembro de 1999 e a Portaria E/SUEN nº 08 de 31 de agosto de 2001.

Rio de Janeiro, 02 de dezembro de 2004.

ATENÇÃO! COC DO 4° BIMESTRE

PROFESSSORES:
Favor computar as aulas anuais ( dadas e previstas) inserindo o total na folha da Avaliação da Turma.
1 aula por semana= 40h/a
2 aulas por semana= 80h/a
3 aulas por semana= 120h/a
4 aulas por semana= 160h/a
5 aulas por semana= 200h/a
6 aulas por semana= 240h/a

Coordenação Pedagógica

sábado, 11 de dezembro de 2010

REUNIÃO GERAL

TODOS OS PROFESSORES ESTÃO CONVOCADOS PARA UMA REUNIÃO GERAL NO DIA 15 DE DEZEMBRO, ÀS 17H NO AUDITÓRIO DO COLÉGIO JACINTHO. DISCUTIREMOS TODOS ASSUNTOS PERTINENTES AO FINAL DE 2010 E INÍCIO DE 2011. NOS DIAS 16 E 17 SÓ HAVERÁ CONSELHO DE CLASSE. PARTICIPE PROFESSOR(A) , SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE PARA O ENRIQUECIMETO DE NOSSAS AÇÕES. A DIREÇÃO E COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

APOSENTADORIA PARA PROFESSORES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Agora, no site PRODERJ você pode fazer a simulação de aposentadoria.

Para fazer esta simulação, você deverá ter em mãos:

1. Tempo Averbado Público anterior à Admissão.
2. Tempo Averbado Privado anterior à Admissão.
3. Tempo Averbado Licença-Prêmio.
4. Tempo Averbado Férias.

Caso você tenha tempo de serviço anterior à vinculação com estatutário, poderá pedir a averbação deste tempo. No primeiro caso (serviço público), junto ao orgão de origem. No segundo caso (empresas privadas), nas Agências de Previdência Social.


Você deverá comparecer a uma Agência de Previdência Social.e pedir uma Certidão de Tempo de Serviço. Veja os documentos que você deverá levar para pedi-la:

Estes dados foram copiados do site Ministério da Previdência Social.

Certidão de Tempo de Contribuição - CTC
Documento expedido pela Previdência Social, com a finalidade de certificar o tempo de contribuição do(a) segurado(a) no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), para ser contado em outros regimes de previdência (federal, estadual ou municipal).

Pode ser solicitada nas Agências da Previdência Social mediante a apresentação dos seguintes documentos:

* Número de Identificação do trabalhador – NIT (PIS/PASEP) ou número de inscrição do contribuinte individual/facultativo/empregado-doméstico/trabalhador rural, conforme o caso;
* Documento de identificação do interessado (Carteira de Identidade e ou Carteira de Trabalho e Previdência Social);
* Cadastro de Pessoa Física - CPF do requerente, se tiver;
* Documento oficial do órgão de lotação que indique que o servidor está ativo, contendo os seguintes dados: CNPJ, nome e endereço completo do órgão e matrícula e cargo do servidor (dentre os documentos, poderão ser apresentados carteira funcional, declaração ou ofício do órgão, contracheque, etc.);
* Formulário: Procuração (se for o caso), acompanhada de documento de identificação do procurador.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO

De acordo com a votação feita por professores e funcionários do Colégio, ficou definido que nos reuniremos no dia 21 de dezembro, às 19 horas no FORNO À LENHA, localizado na rua Jandira de Moraes Pimentel, 333, Centro / Rio das Ostras (próximo ao Shopping). Favor confirmar presença, com CIDA na sala da Coordenação Pedagógica.
Levar uma lembrancinha (unissex) no valor de R$ 10,00, caso queira participar do amigo oculto.
A Direção

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

CURSOS A DISTÂNCIA 2011-FAÇA JÁ SUA INSCRIÇÃO

Curso: Avaliação na Educação Infantil - desafios e estratégias
Carga horária: 30 horas Valor: 40 reais Inscrições até: 13 de janeiro
Início: 15 de Janeiro
Termino: 06 de Março
Participantes: 20 pessoas

Curso: Matemática para o Ensino Fundamental I - a teoria de Vergnaud e os campos conceituais
carga horária: 30 horas valor: 70 reais inscrições até: 07 de janeiro
inicio: 09 de Janeiro
termino: 26 de Fevereiro
Participantes: 20 pessoas


Curso: Jogos de tabuleiro: habilidades e competências do século XXI
carga horária: 30 horas valor: 45 reais inscrições até: 20 de janeiro
inicio: 23 de Janeiro
termino:05 de Março
Participantes: 20 pessoas


Curso: Letramento: aprendizagem através de jogos
carga horária: 40 horas valor: 55 reais inscrições até: 10 de março
inicio: 13 de março
termino: 8 de maio
Participantes: 20 pessoas


Curso: Jogos tradicionais africanos: yoté, mancala, oware
carga horária: 30 horas valor: 50 reais inscrições até:25 de março
inicio: 27 de março
termino: 8 de maio
Participantes: 20 pessoas

Curso:Jogos: estrategias lúdicas para o ensino de matemática
carga horária: 50 horas valor: 100 reais inscrições até:25 de março
inicio: 27 de março
termino: 19 de junho
Participantes: 20 pessoas

Curso: Como trabalhar a cultura e a história afro brasileira na educação escolar: desafios e estratégias
carga horária: 45 horas valor: 60 reais inscrições até: 10 de fevereiro
inicio: 13 de fevereiro
termino:9 de abril
Participantes: 20 pessoas


Curso: Filosofia Política na prática: estratégias de ensino e aprendizagem
carga horária: 50 horas valor:70 reais inscrições até: 10 de março
inicio: 12 de março
termino: 29 de maio
Participantes: 20 pessoas


Curso: Gênero e diversidade sexual: refletindo a discriminação
carga horária: 30 horas valor: 40 reais inscrições até: 25 de fevereiro
inicio: 16 de Janeiro
termino: 27 de Fevereiro
Participantes: 20 pessoas

Se você se interessou por algum curso, responda este e-mail solicitando a ficha de inscrição. Garanta já sua vaga!!!Entre no nosso endereço eletrônico clicando AQUI , para maiores informações.

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DESCONTOS PARA GRUPOS E ESCOLAS

Educação Critica Assessoria Pedagogica
Telefone: (11)58741747
Skipe: educ.critica
Endereço eletrônico: http://educacaocriticaassessoriapedagogica.blogspot.com/

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

VOTAÇÃO NA SALA DOS PROFESSORES

CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO
DO COLÉGIO JACINTHO
ENQUETE
PARTICIPE!
CONTAGEM DOS VOTOS EM 07/12/2010

4º BIMESTRE

ALUNOS REMANEJADOS – TRANSFERIDOS NO 4º BIMESTRE

TURMA 3006
CARLOS HENRIQUE L. F. PORTO - TRANSFERIDO EM 19/10

TURMA 1003 FG
WESLEY DA S. EVANGELISTA - TRANSFERIDO EM 27/10

TURMA 2002 FG
KAOMA CRISTIAN A. COSTA - TRANSFERIDO EM 10/11

TURMA 1007 FG
MÔNICA PEREIRA DA SILVA - TRANSFERIDO EM 11/11

TURMA 1003 CN
MAIARA DA SILVA - TRANSFERIDO EM 25/11

sábado, 27 de novembro de 2010

REMANEJAMENTO INTERNO

Ofício Circular nº 146/10 Macaé, 25 de novembro de 2010.

Da: Coordenadoria Regional Norte Fluminense II
Para: Unidades Escolares.
Assunto: REMANEJAMENTO INTERNO

Informamos que está autorizada a movimentação interna no âmbito desta Coordenadoria que será realizada em duas etapas:
1ª Etapa:
• Inscrição: 25 a 30/11 (formulário em anexo, distribuir aos professores na U.E. para preenchimento);
• Análise, seleção e resultado: 01 e 02/12 (serviço interno - Coordenadoria);
• Memorando: 03/12 (Servidor pegará Mem.º na CR).
2ª Etapa:
• Alocação (aula, função etc) dos professores: 06 a 10/12 - movimentados no QUADRO DE HORÁRIOS 2011. O diretor deverá cumprir os prazos estabelecidos visando garantir o início do ano letivo 2011 bem como o processo pedagógico da U.E.

OBS.: Informamos ainda que, haverá movimentação de professores entre Coordenadorias Regionais pelo DRMP ainda no mês de dezembro/2010, desta forma, solicitamos clareza nas ações do remanejamento interno para que se possa realizar a remoção evitando desconforto.

Atenciosamente,



GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
COORDENADORIA REGIONAL DA REGIÃO NORTE FLUMINENSE II – MACAÉ

FICHA INCRIÇÃO – REMANEJAMENTO INTERNO
NOME: ________________________________________________________________________________
MATRÍCULA: ________________ CARGO: ________________ FUNÇÃO:_______________________
DATA EXERCÍCIO: _____/_____/_______ DATA DE NASCIMENTO: _____/_____/_______
TEL: (____) __________________ (____) _______________________ (____) ____________________
E-MAIL: _______________________________________________________________________________
ENDEREÇO: ___________________________________________________________________________
OPÇÕES DE UNIDADES ESCOLARES:
1ª:____________________________________________________________
2ª ____________________________________________________________
3ª ____________________________________________________________
4ª _____________________________________________________________
5ª _____________________________________________________________
OBS.: _________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________

OGP - ORIENTADOR DE GESTÃO PEDAGÓGICO

A Secretaria de Estado de Educação está entrando em uma nova fase. Uma das primeiras ações é a seleção interna para formar um grupo de trabalho temporário para orientação, planejamento e coordenação da gestão escolar. São 250 vagas imediatas, distribuídas pelas 30 Coordenadorias Regionais, e mais 50 vagas de cadastro reserva. As inscrições vão até 30 de novembro.
Mas, importante: para se candidatar é preciso atender aos seguintes requisitos:

- Pertencer ao quadro de pessoal efetivo da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro;
- Ter, no mínimo, 05 (cinco) anos, em períodos contínuos ou alternados, computados em regência de turma, coordenação pedagógica, direção de escola, assistência de direção ou orientação educacional;
- Não estar respondendo ou ter sido apenado em processo administrativo disciplinar;
- Possuir Ensino Superior completo.

Observação: Os candidatos com curso de especialização e os que possuírem especialização em gestão terão preferência neste processo seletivo. A seleção será dividida nas seguintes etapas:

* Inscrição dos candidatos - 24/11 a 30/11
* Análise de currículo/títulos - 25/11 a 03/12
* Resultado da avaliação do currículo - 07/12
* Avaliação individual do conhecimento de educação, gestão e informática - 11/12
* Resultado da avaliação individual - 14/12
* Avaliação de perfil - 15/12 a 29/12
* Resultado da avaliação do perfil - 03/01
* Programa de capacitação e certificação em gestão - 04/01 a 29/01
* Divulgação do resultado - 31/01

Os candidatos selecionados terão carga-horária de 40h semanais e receberão gratificação atrativa. Após o período de atividades, os professores retornarão à unidade de lotação de origem.

http://www.educacao.rj.gov.br/index5.aspx?tipo=secao&idsecao=281

MESTRADO EAD

UAB oferecerá mestrado a distância a partir de 2011

Atenção professores! A partir de 2011, a Universidade Aberta do Brasil (UAB) começará a oferecer programas de pós-graduação stricto sensu a distância. “Educação infantil” e “Docência em Matemática para escola básica” estão previstos como os primeiros mestrados profissionais a serem oferecidos no programa pela UAB.

Os programas estão sendo elaborados e as comissões irão se reunir ao longo do ano para definir o projeto, mas a previsão é de que o edital de seleção seja lançado ainda em 2010. A UAB já disponibiliza cursos a distância de graduação e especialização, mas será a primeira vez que um curso stricto sensu será realizado nesta modalidade.

Quem estiver interessado em se matricular deve ficar atento. A página da UAB na internet é: www.uab.capes.gov.br.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SUBSECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
COORDENADORIA REGIONAL DA REGIÃO NORTE FLUMINENSE II – MACAÉ
C. E. JACINTHO XAVIER MARTINS

CIRCULAR: NOVEMBRO/2010
COMUNICADOS IMPORTANTES

A Direção, Coordenação Pedagógica e Secretaria, vêm através desta circular contar com a colaboração de todos os professores do Colégio Jacintho para que possamos acertar o trabalho burocrático da Instituição.
Para que nossa força tarefa seja de sucesso precisamos que:
Todos os Diários de Classe sejam entregues até o dia do COC do 4º bimestre com o Resumo Anual preenchido, principalmente as pendências de notas (no caso de aluno transferido, favor procurar a secretaria/ no caso de aluno remanejado, propor atividades para reposição do conteúdo relativo ao bimestre pendente). Favor lançar as reposições dos sábados letivos no diário para que o somatório das aulas previstas e dadas do ano de 2010,atinja o previsto pela LDB: 2 aulas (80) / 3 aulas (120) / 4 aulas (160) 5 aulas(200) / 6 aulas (240),
Os sábados letivos são os seguintes: 25/09 – aulas de terça-feira; 23/10 – aulas de 2ª feira; 30/10 – aulas de 6ª feira; 06/11 – aulas de 2ª feira; 13/11 – aulas de 6ª feira; 20/11 – aulas de 2ª feira; 27/11 – aulas de 6ª feira; 04/12 – aulas de 2ª feira; 11/12 – aulas de 6ª feira, para que possamos fechar as aulas anuais. Providenciar os modelos das atividades das reposições dos sábados para que sejam arquivadas na Coordenação Pedagógica.
Favor preencher nos “Diários de Classe” as lacunas das freqüências, os conteúdos trabalhados, as aulas previstas, aulas dadas e assinar, pois os mesmos são documentos que ficam arquivados na escola e serão vistoriados pela inspeção escolar. Conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Título V / Capítulo I / Art. 38), o docente deverá entregar todos os diários fechados, para que os alunos não sejam prejudicados em relação às pendências.
De acordo com a Portaria E/SAPP nº 48/2004, os instrumentos de avaliação, são no mínimo de 3 e no máximo de 6, sendo a Avaliação Paralela, direito do aluno, devendo constar no diário.
Vamos preparar nossos alunos para a Avaliação do SAERJ (prova de Português e Matemática podendo valer como um dos instrumentos de avaliação do bimestre), que será realizada da seguinte forma:
30/11: 3ª série do ensino médio e 3º e 4º ano do curso normal médio;
01/12: 2ª série do ensino médio e curso normal;
02/12: 1ª série do ensino médio e curso normal médio;
09/12: 9º ano do ensino fundamental.
O COC do 4º bimestre acontecerá nos dias 16 e 17 do mês de dezembro (cronograma em anexo), sua presença é imprescindível, pois precisamos de 50% de adesão ao COC para que o mesmo seja oficializado. Lançar nos dias 16 e 17 de dezembro, aulas dadas, datar 17 de dezembro como final do 4º bimestre e COC em 20 de dezembro.
As datas do COC para o ano de 2011 serão divulgadas ainda este ano, para que o professor se programe e contribua com os “Conselhos de Classe” do ano de 2011.
Os alunos que ficarem em dependência, terão os módulos para o ano de 2011, elaboradas pelo próprio professor e entregues ao final deste ano à Coordenação Pedagógica.
Para o ano de 2011, espera-se que todos os docentes elaborem os planos de cursos de acordo com os novos referenciais curriculares com foco nas competências e habilidades do discente, os mesmos estarão sendo disponibilizados pela CP ao final do ano letivo.
A SEMANA PEDAGÓGICA FOI UM SUCESSO, GRAÇAS AO EMPENHO DE MUITOS PROFESSORES. OBRIGADA, SEM VOCÊS, NÃO TERÍAMOS CONSEGUIDO.
Em 2011, vamos programar a “Semana Pedagógica” desde o início do ano e esperamos contar com a participação de todos.
Participe, prestigiando o evento “Circuito das Artes”, que será desenvolvido pela professora Cláudia Veras, no dia 24 de novembro. Se possível, não marcar avaliação neste dia.
OBS: O docente poderá apresentar trabalhos relativos ao tema “Consciência Negra”, que será explorado no dia 24/11, favor informar à coordenação pedagógica com antecedência.
Os livros didáticos deverão ser recolhidos pelos respectivos professores em sala de aula com lista de assinatura dos alunos.
A FORMATURA DO NORMAL MÉDIO SERÁ NO DIA 18 DE DEZEMBRO, às 19h no Colégio Jacintho e AS FORMATURAS DO ENSINO MÉDIO E FUNDAMENTAL, SERÃO NO DIA 20 de dezembro, às 19h.
CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS.
A direção agradece e parabeniza a todos os pelo empenho demonstrado em 2010.


HORÁRIO DO COC DO 4º BIMESTRE DE 2010

Professor, no COC do 4º bimestre será avaliado aluno por aluno, computando-se notas e faltas (50% em relação à avaliação e 75% em relação à frequência anual de todas as disciplinas da turma).
Caso o docente não participe do conselho, a aprovação de seus alunos será automática e a alteração no diário será feita pelo professor responsável, pois o conselho (composto pelos professores e equipe) é soberano.


1º TURNO
Início 16/12 17/12
7h 4001CN CN3001 2001FG
3001FG CN3002 2002FG
3002FG CN1001 2003FG
3003FG CN1002 2004FG
3004FG CN1003

2º TURNO
13h 901 CN2001 2005FG
1001FG CN2002 1004FG
1002FG 1005FG
1003FG 1010FG

3º TURNO
18h 902 2007FG 1006FG
3005FG 2008FG 1007FG
3006FG 2009FG 1008FG
1009FG

IMPORTANTE!

FAVOR PROVIDENCIAR OS MODELOS DAS ATIVIDADES PERTINENTES AOS SÁBADOS LETIVOS, POIS OS MESMOS SÓ CONTARÃO COMO LETIVOS, CASO SEJA FEITA A REPOSIÇÃO DE CONTEÚDOS DO BIMESTRE PENDENTE.
PARA O FECHAMENTO FINAL, A COORDENAÇÃO XEROCOU O RESUMO ANUAL DO APROVEITAMENTO ANUAL ( ÚLTIMA FOLHA DO DIÁRIO - PROCURAR NA COORDENAÇÃO), DEVIDO ÀS ALTERAÇÕES NA LISTAGEM DOS ALUNOS(AS).
A DIREÇÃO / COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

ACESSE NOSSO BLOG E COMENTE!
http://oe-op-jacintho.blogspot.com

ATENÇÃO!

A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA PRECISA DOS PROJETOS, QUE FORAM E ESTÃO SENDO DESENVOLVIDOS PELOS PROFESSORES, POR ESCRITO.
NO CASO DE DIFICULDADES EM RELAÇÃO À MONTAGEM, É SÓ PROCURAR A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA, POIS É IMPORTANTE A EXECUÇÃO DOS PROJETOS, MAS A PARTE ESCRITA É ESSENCIAL PARA O ARQUIVAMENTO E DIVULGAÇÃO DOS MESMOS.
DIREÇÃO / COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Reprovação escolar? Não, obrigado.

Pouca coisa é tão cercada por equívocos, em nossa escola básica, quanto a questão da reprovação escolar, que se perpetua como um traço cultural autoritário e anti-educativo. Começa pela abordagem errônea de avaliação na qual se sustenta. Em toda prática humana, individual ou coletiva, a avaliação é um processo que acompanha o desenrolar de uma atividade, corrigindo-lhe os rumos e adequando os meios aos fins. Na escola brasileira isso não é considerado. Espera-se um ano inteiro para se perceber que tudo estava errado. Qualquer empresário que assim procedesse estaria falido no primeiro ano de atividade. E mais: em lugar de corrigir os erros, repete-se tudo novamente: a mesma escola, o mesmo aluno, o mesmo professor, os mesmos métodos, o mesmo conteúdo... É por isso que a realidade de nossa escola não é de repetentes, mas de multirrepetentes.
Absurdo semelhante ocorre quando se trata de identificar a origem do fracasso. A atividade pedagógica que se dá na escola supõe um quase infindável conjunto de atividades, de recursos, de decisões, de pessoas, de grupos e de instituições, que vão desde as políticas públicas, as medidas ministeriais, passando pelas secretarias de educação e órgãos intermediários, chegando à própria unidade escolar em que se supõem envolvidos o diretor, seus auxiliares, a secretaria, os professores, seu salário, suas condições de trabalho, o aluno, sua família, os demais funcionários, os coordenadores pedagógicos, o material didático disponível etc. etc. Mas, no momento de identificar a razão do não aprendizado, apenas um elemento é destacado: o aluno. Só ele é considerado culpado, porque só ele é diretamente punido com a reprovação. Como se tudo, absolutamente tudo, dependesse apenas dele, de seu esforço, de sua inteligência, de sua vontade. Para que, então, serve a escola?
Essa pergunta, aliás, vem bem a propósito da forma equivocada e anti-científica como se concebe o ensino tradicional ainda dominante entre nós. Apesar de a Didática ter reiteradamente demonstrado a completa ineficiência do prêmio e do castigo como motivações para o aprendizado significativo, ainda se lança mão generalizadamente da ameaça da reprovação como recurso pedagógico. Segundo esse hábito, revelador, no mínimo, da total ignorância dos fundamentos da ação educativa, à escola compete apenas passar informações, ameaçando o aluno com a reprovação caso ele não estude. Daí a grita de professores, pais e imprensa de modo geral contra a retirada da reprovação na adoção dos ciclos, afirmando que, livre da ameaça da reprovação, o aluno não se motiva para o estudo. Ignoram que a verdadeira motivação deve estar no próprio estudo que precisa ser prazeroso e desejado pelo aluno.
Nisso se resume o papel essencial da escola: levar o aluno a querer aprender. Este é um valor que não se adquire geneticamente; é preciso uma consistente relação pedagógica para apreendê-lo. Sem ele, o aluno só estuda para se ver livre do estudo, respondendo a testes e enganando a si, aos examinadores e à sociedade.
Mas defender a retirada da reprovação não significa apoiar “reformas” demagógicas de secretarias de educação com a finalidade de maquiar estatísticas. Essa prática, embora coíba o vício reprovador, nada mais acrescenta para a superação do mau ensino. Com isso, o aluno que, após reiteradas reprovações, abandonava a escola, logo nas primeiras séries, agora consegue chegar às séries finais do ensino, mas continua quase tão analfabeto quanto antes. A diferença é que agora ele passa a incomodar as pessoas, levando os mal informados a porem a culpa pelo mau ensino na progressão continuada. Mas o aluno deixa de aprender, não porque foi aprovado, mas porque o ensino é ruim, coisa que vem acontecendo desde muito antes de se adotar a progressão continuada. Apenas que, antes, esse mesmo aluno permanecia na primeira série, ou se evadia, tão ou mais analfabeto que agora. Mas aí era cômodo, porque ele deixava de constituir problema para o sistema de ensino. Agora, com a aprovação, percebe-se a reiterada incompetência da escola.
Só a consciência desse fato deveria bastar como motivo para se eliminar de vez a prática da reprovação no ensino básico: porque ela tem servido de álibi para a secular incompetência da escola que se exime da culpa que é dela e do sistema que a mantém. A reversão dessa situação exige que o elemento que estrutura a escola básica deixe de ser a reprovação para ser o aprendizado. É preciso reprovar, não os alunos, para encobrir o que há de errado no ensino e isentar o Estado de suas responsabilidades, mas as condições de trabalho, que provocam o mau ensino e impedem o alcance de um direito constitucional.



Vitor Henrique Paro é titular em Educação pela Usp. Foi professor titular nos cursos de graduação e pós-graduação em Educação da Puc-SP e pesquisador sênior da Fundação Carlos Chagas. Atualmente é professor titular no Departamento de Administração Escolar e Economia da Educação da Faculdade de Educação da Usp, onde exerce a docência e a pesquisa na graduação e na pós-graduação.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Uma Flor (Autoria: Márcia Homem de Mello)

Um menino entrou para a escola em sua infância. Nela aprendeu muitas coisas, inclusive a desenhar.

Nas aulas de desenho, sua professora, certa vez, lhe solicitou desenhar uma flor: - Quero que desenhem uma flor vermelha, de cabo verde, não muito grande, sem espinhos, com as pétalas já abrindo.

O menino assim o fez. Meses depois, a professora solicitou novamente um novo desenho de uma flor: - Hoje vocês devem desenhar uma flor amarela, com cabo longo, sem espinhos, em forma de botão.

O menino atendendo sua professora, fizera como ela solicitou. E assim se foram 3 anos da vida do menino, que por ser uma pequena escola, a professora lhe fora a mesma durante todo este período.

Mas o menino, precisou sair da escola, pois seu pai fora transferido. O menino ficou muito triste, pois perderia seus amigos e também a professora que lhe ensinou tudo que ele aprendera durante esses anos.

Na nova escola, o menino já mais crescido, conheceu seus novos amigos e também sua nova professora. Foi aos poucos se ambientando. E chegou o dia da aula de desenho que ele tanto gostava. E nessa aula, a professora sem saber, pediu que o menino fizesse o desenho que ele mais gostava de fazer: - Meus queridos alunos, hoje queria ver vocês desenharem uma flor. E assim todas as crianças o fizeram.

Mas o menino, não entregou seu desenho a professora. Ela percebendo que o menino se encontrava parado, foi até ele, e perguntou: - Por que você não fez seu desenho? Se desejar fazer outra coisa, pode fazer. - Não professora, não é isso. É que eu estou esperando a senhora dizer como quer que eu desenhe a flor.

Moral da história: Essa história tem a moral que você desejar que tenha, não vou fazer como a primeira professora. Tire dela a lição de vida que você achar que ela te deu. Quem lhe ensinou as coisas que você sabe? Teve bons "professores"?
Bjs,
Teresa Giarolla

CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

CINEMA PARA APRENDER E DESAPRENDER

Lugar: Sala de Video (222) Faculdade de Educação
(Campus Praia Vermelha, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas)
Data : próximo sábado 15 de dezembro de 2010,
Hora: das 9:00 às 16:00.
Certificado pela Pró-reitoria de Extensão Universitária, PR-5.
Entrada franca.
Destinatários: público em geral, preferencialmente professores da rede pública de ensino.
 
O curso visa aproximar professores e alunos da experiência do cinema. Na primeira parte, introduz brevemente algumas de suas teorias, em particular o cinema como substituto do olhar, como arte, como pensamento e como manifestação de afetos e simbolização do desejo (Aumont & Marie). Propõe desconstruir a visão instrumentalizada do cinema na prática pedagógica e pensar outras possibilidades que o cinema oferece, também, para aprender, desaprender e reaprender (Fresquet). Defende uma aproximação ao conceito de cinema como hipótese de alteridade no contexto educativo, provocando com o ato criativo a instituição escolar (Bergala). Na segunda parte do curso, após a visualização de alguns filmes dos irmãos Lumière, - realizados com o CINEMATÓGRAFO que usava películas de 17 metros, produzindo filmes de pouco mais de 50 segundos -, tentaremos que os alunos façam a experiência de “restaurar a primeira vez do cinema” na produção de Minutos Lumière filmando os jardins da Praia Vermelha, inspirados numa prática das oficinas pedagógicas da Cinemateca Francesa.

Este curso de extensão tem pretensões de ponte. Ele tenta um contato direto entre a pesquisa desenvolvida pelo Projeto CINEAD (entre a universidade, a cinemateca e a escola) e a sua sala de aula.

Inscrições exclusivamente por e-mail: cinead@fe.ufrj.br

Professora colaboradora:
Gisela Pascale Leite (Mestranda PPGE-UFRJ)
Vice-coordenador: Dr. Alexandre Ferreira Mendonça (FE-UFRJ)
Coordenadora geral: Dra. Adriana Fresquet (PPGE-FE-UFRJ)

Rio de Janeiro, 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Em sua 2ª edição, premiação estimula empreendedores que usam as novas tecnologias para inovar em educação

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Instituto Claro, cujo objetivo é estimular e reconhecer iniciativas que utilizam as TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) em processos educacionais ou de desenvolvimento comunitário. Com o tema "Novas Formas de Aprender e Empreender", a novidade para a segunda edição é fortalecer a questão do empreendedorismo social.
No total, serão concedidos R$ 150 mil em prêmios. Os candidatos podem se inscrever em duas modalidades: Inovar na Aprendizagem e Inovar na Comunidade. Podem participar educadores e professores, instituições educativas formais e não-formais e organizações do terceiro setor e público em geral, desde que ligados a uma empresa jurídica, de todas as regiões do Brasil. As inscrições devem ser feitas pelo site do Instituto - www.institutoclaro.org.br, onde também é possível consultar o regulamento do concurso e acompanhar um tutorial online sobre como inscrever um projeto.

O prazo para inscrição é 3 de dezembro e a premiação acontecerá no início de 2011. Todos os projetos serão avaliados por uma comissão técnica composta por especialistas em educação, empreendedorismo e tecnologia. Mais informações pelo site www.institutoclaro.org.br/premio ou pelo telefone (11) 3171.0998.

NOVIDADE!

Pessoal,

recebi essa dica por e-mail e achei muito interessante. Assim como a Fundação Itaú que está distribuindo livros gratuitos para aqueles que acessaram o site e fizerem o cadastro, a DPaschoal (sim, aquela dos pneus, rsrsrs) também tem um projeto de distribuição gratuita de livros!

Os links são os seguintes:

site Fundação Educar
http://www.educardpaschoal.org.br/web/

link do cadastro:
http://www.educardpaschoal.org.br/web/leia-solicitacao-livros-form.asp

Espero que curtam mais essa dica!
Coordenação Pedagógica

ATUALIZAÇÃO

Pelo 3º ano consecutivo o site Projetos Pedagógicos Dinâmicos promove no mês de janeiro encontro de formação continuada a docentes.
O mundo avança avassaladoramente...
O ensino tradicional baseado na transmissão e acúmulo de informações - aquilo que Paulo Freire chamava de "educação bancária” não condiz com a sociedade da informação, globalizada e multimídia.
Essas e outras questões serão abordadas no evento
Não perca a oportunidade de iniciar o ano letivo com novas idéias, ousando inovar em sua escola.
Educadores especializados mediarão os temas:

* O desafio de educar no século XXI
* Pedagogia de Projetos: uma postura pedagógica ou uma técnica de ensino?
* Conflitos e Violência na Escola: Como agir?
* Pedagogia do Sentimento: a importância da afetividade no ato de educar.
* Ludicidade e Criatividade: parceiros indispensáveis no processo ensino-aprendizagem.

Local: SESC Copacabana - Rua Domingos Ferreira, 160 - Copacabana - Rio de Janeiro
Horário : 10h às 18h
Investimento ( incluindo material, certificado e cofee break ):

* Até dia 10/12/2010 : R$85,00
* De 11/12/2010 a 10/01/2011: R$95,00
* No dia do evento: R$105,00

OBS: Descontos para grupos - solicite informação via e-mail.

Formas de pagamento:Em espécie no dia do evento ou através do sistema Pag Seguro,que aceita débito automático em conta, boleto ou parcelamento em cartões de crédito .Esse tipo de pagamento é rápido e seguro, garantido pela UOL que mantém sigilo absoluto dos dados.

Inscreva-se !
Clique aqui e veja como foi o evento em 2010

"Aprender novas técnicas, aprender a se colocar no lugar
do aluno, aprender a ver o mundo com os olhos do novo tempo,
usufruindo das inúmeras possibilidades que ele oferece."

ATUALIZAÇÃO

O Instituto Paramitas esta realizando um curso online, de graça, na
plataforma Moodle: "Aprendizagem por meio de projetos". Eu me inscrivi é bem
rápido é fácil.

A informação da página é: Neste curso é possível explorar características e
benefícios da Aprendizagem por meio de Projetos usando cenários de sala de
aula reais. Dentre os assuntos abordados nos módulos destacamos: Visão geral
de projetos, Concepção de projetos, Avaliação, Planejamento de projeto,
Orientação de aprendizagem. O curso oferece oportunidades de aplicar os
conceitos adquiridos em Planos de Ação reais.

O melhor projeto a ser desenvolvivo com os alunos, gana premio. O site para
inscrição é: http://institutoparamitas.org.br/cursos/elementos/index.php

sábado, 13 de novembro de 2010

SEMANA PEDAGÓGICA - 4 DE NOVEMBRO - 2º TURNO

SEMANA PEDAGÓGICA - 4 DE NOVEMBRO - 1º TURNO

SEMANA PEDAGÓGICA - 3 DE NOVEMBRO - 2º TURNO

SEMANA PEDAGÓGICA - 5 DE NOVEMBRO - 1º TURNO

SEMANA PEDAGÓGICA - 4 DE NOVEMBRO - 3º TURNO

SEMANA PEDAGÓGICA - 3 DE NOVEMBRO - 1º TURNO

ATENÇÃO!

No dia 17 de novembro do ano de 2010 ,será relizado em nosso colégio ,uma capacitação do CONEXÃO EDUCAÇÃO: DOCENTE ON-LINE. O propósito é de que todos os professores a partir de 2011, quando estará implantado 100% do projeto conexão educação, dominem o computador, que será instalado em sala de aula, para frequência, lançamento de conteúdos, notas...
Os horários serão os seguintes:
17 de novembro (quarta-feira)
10h às 12h - manhã
16h às 18h - tarde
19h ás 21h - noturno
Esperamos por vocês.

OBS. Os professores poderão fazer opção por um dos três horários, sendo que, aqueles que tiverem aula nesse dia deverão deixar atividades para os alunos desenvolverem em sala.

Atenciosamente,

Direção e Coordenação Pedagógica

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

TEXTO DA CARTILHA DA JUSTIÇA - ENVIADO PELA PALESTRANTE SONIA MUSSI

BULLYING
Cartilha 2010 Projeto Justiça nas Escolas

1. O QUE É BULLYING?
O bullying é um termo ainda pouco conhecido do grande público. De origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil, é utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente às agressões sofridas. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Em última instância, significa dizer que, de forma “natural”, os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas.
2. QUAIS SÃO AS FORMAS DE BULLYING? NORMALMENTE, EXISTEM MAIS MENINOS OU MENINAS QUE COMETEM BULLYING?
As formas de bullying são:
• Verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, “zoar”)
• Física e material (bater, empurrar, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima)
• Psicológica e moral (humilhar, excluir, discriminar, chantagear, intimidar, difamar)
• Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar)
• Virtual ou Ciberbullying (bullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas: celulares, filmadoras, internet etc.)
Estudos revelam um pequeno predomínio dos meninos sobre as meninas. No entanto, por serem mais agressivos e utilizarem a força física, as atitudes dos meninos são mais visíveis.
Já as meninas costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem, com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no ambiente doméstico.
3. EXISTE ALGUMA FORMA DE BULLYING QUE SEJA MAIS MALÉFICA? O CIBERBULLYING É PIOR DO QUE O BULLYING TRADICIONAL?
Uma das formas mais agressivas de bullying, que ganha cada vez mais espaços sem fronteiras é o ciberbullying ou bullying virtual. Os ataques ocorrem por meio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras, máquinas fotográficas, internet e seus recursos (e-mails, sites de relacionamentos, vídeos). Além de a propagação das difamações ser praticamente instantânea o efeito multiplicador do sofrimento das vítimas é imensurável. O ciber-bullying extrapola, em muito, os muros das escolas e expõe a vítima ao escárnio público. Os praticantes desse modo de perversidade também se valem do anonimato e, sem nenhum constrangimento, atingem a vítima da forma mais vil possível. Traumas e consequências advindos do bullying virtual são dramáticos.
4. QUAL O CRITÉRIO ADOTADO PELOS AGRESSORES PARA A ESCOLHA DA VÍTIMA?
Os bullies (agressores) escolhem os alunos que estão em franca desigualdade de poder, seja por situação socioeconômica, situação de idade, de porte físico ou até porque nu-mericamente estão desfavoráveis. Além disso, as vítimas, de forma geral, já apresentam algo que destoa do grupo (são tímidas, introspectivas, nerds, muito magras; são de credo, raça ou orientação sexual diferente etc.). Este fato por si só já as torna pessoas com baixa autoestima e, portanto, são mais vulneráveis aos ofensores. Não há justificativas plausíveis para a escolha, mas certamente os alvos são aqueles que não conseguem fazer frente às agressões sofridas.
5. QUAIS AS PRINCIPAIS RAZÕES QUE LEVAM OS JOVENS A SEREM OS AGRESSORES?
É muito importante que os responsáveis pelos processos educacionais identifiquem com qual tipo de agressor estão lidando, uma vez que existem motivações diferenciadas:
1. Muitos se comportam assim por uma nítida falta de limites em seus processos educacionais no contexto familiar.
2. Outros carecem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrealização com atitudes socialmente produtivas e solidárias. Tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adquirir poder e status, e reproduzem os modelos domésticos na sociedade.
3. Existem ainda aqueles que vivenciam dificuldades momentâneas, como a separação traumática dos pais, ausência de recursos financeiros, doenças na família etc. A violência praticada por esses jovens é um fato novo em seu modo de agir e, portanto, circunstancial.
4. E, por fim, nos deparamos com a minoria dos opressores, porém a mais perversa. Trata-se de crianças ou adolescentes que apresentam a transgressão como base estrutural de suas personalidades. Falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo: a empatia.
6. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE UMA VÍTIMA DE BULLYING PODE ENFRENTAR NA ESCOLA E AO LONGO DA VIDA?
As consequências são as mais variadas possíveis e dependem muito de cada indivíduo, da sua estrutura, de vivências, de predisposição genética, da forma e da intensidade das agressões. No entanto, todas as vítimas, sem exceção, sofrem com os ataques de bullying em maior ou menor proporção). Muitas levarão marcas profundas provenientes das agressões para a vida adulta, e necessitarão de apoio psiquiátrico e/ou psicológico para a superação do problema.
Os problemas mais comuns são: desinteresse pela escola; problemas psicossomáticos; problemas comportamentais e psíquicos como transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre outros. O bullying também pode agravar problemas preexistentes, devido ao tempo prolongado de estresse a que a vítima é submetida. Em casos mais graves, podem-se observar quadros de esquizofrenia, homicídio e suicídio.
7. COMO PERCEBER QUANDO UMA CRIANÇA OU ADOLESCENTE ESTÁ SOFRENDO BULLYING? QUAL O COMPORTAMENTO TÍPICO DESSES JOVENS?
As informações sobre o comportamento das vítimas devem incluir os diversos ambientes que elas frequentam. Nos casos de bullying é fundamental que os pais e os profissionais da escola atentem especialmente para os seguintes sinais:
Na Escola:
No recreio encontram-se isoladas do grupo, ou perto de alguns adultos que possam protegê-las; na sala de aula apresentam postura retraída, faltas frequentes às aulas, mostram-se comumente tristes, deprimidas ou aflitas; nos jogos ou atividades em grupo sempre são as últimas a serem escolhidas ou são excluídas; aos poucos vão se desinteressando das atividades e tarefas escolares; e em casos mais dramáticos apresentam hematomas, arranhões, cortes, roupas danificadas ou rasgadas.
Em Casa:
Frequentemente se queixam de dores de cabeça, enjoo, dor de estômago, tonturas, vômitos, perda de apetite, insônia. Todos esses sintomas tendem a ser mais intensos no período que antecede o horário de as vítimas entrarem na escola. Mudanças frequentes e intensas de estado de humor, com explosões repentinas de irritação ou raiva. Geralmente elas não têm amigos ou, quando têm são bem poucos; existe uma escassez de telefonemas, e-mails, torpedos, convites para festas, passeios ou viagens com o grupo escolar. Passam a gastar mais dinheiro do que o habitual na cantina ou com a compra de objetos diversos com o intuito de presentear os outros. Apresentam diversas desculpas (inclusive doenças físicas) para faltar às aulas.
8. E O CONTRÁRIO? O QUE SE PODE NOTAR NO COMPORTAMENTO DE UM PRATICANTE DE BULLYING?
Na escola os bullies (agressores) fazem brincadeiras de mau gosto, gozações, colocam apelidos pejorativos, difamam, ameaçam, constrangem e menosprezam alguns alunos. Furtam ou roubam dinheiro, lanches e pertences de outros estudantes. Costumam ser populares na escola e estão sempre enturmados. Divertem-se à custa do sofrimento alheio.
No ambiente doméstico, mantêm atitudes desafiadoras e agressivas em relação aos familiares. São arrogantes no agir,no falar e no vestir, demonstrando superioridade. Manipulam pessoas para se safar das confusões em que se envolveram. Costumam voltar da escola com objetos ou dinheiro que não possuíam. Muitos agressores mentem, de forma convincente, e negam as reclamações da escola, dos irmãos ou dos empregados domésticos.
9. O FENÔMENO BULLYING COMEÇA EM CASA?
Muitas vezes o fenômeno começa em casa. Entretanto, para que os filhos possam ser mais empáticos e possam agir com respeito ao próximo, é necessário primeiro a revisão do que ocorre dentro de casa. Os pais, muitas vezes, não questionam suas próprias condutas e valores, eximindo-se da responsabilidade de educadores. O exemplo dentro de casa é fundamental. O ensinamento de ética, solidariedade e altruísmo inicia ainda no berço e se estende para o âmbito escolar, onde as crianças e adolescentes passarão grande parte do seu tempo.
10. O BULLYING EXISTE MAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS OU NAS PARTICULARES?
O bullying existe em todas as escolas, o grande diferencial entre elas é a postura que cada uma tomará frente aos casos de bullying. Por incrível que pareça os estudos apontam para uma postura mais efetiva contra o bullying entre as escolas públicas, que já contam com uma orientação mais padronizada perante os casos (acionamento dos Conselhos Tutelares, Delegacias da Criança e do Adolescente etc.).
11. O ALUNO VÍTIMA DE BULLYING NORMALMENTE CONTA AOS PAIS E PROFESSORES O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
As vítimas de bullying se tornam reféns do jogo do poder instituído pelos agressores. Raramente elas pedem ajuda às autoridades escolares ou aos pais. Agem assim, dominadas pela falsa crença de que essa postura é capaz de evitar possíveis retaliações dos agressores e por acreditarem que, ao sofrerem sozinhos e calados, pouparão seus pais da decepção de ter um filho frágil, covarde e não popular na escola.
12. QUAL É O PAPEL DA ESCOLA PARA EVITAR O BULLYING ESCOLAR?
A escola é corresponsável nos casos de bullying, pois é lá onde os comportamentos agressivos e transgressores se evidenciam ou se agravam na maioria das vezes. A direção da escola (como autoridade máxima da instituição) deve acionar os pais, os Conselhos Tutelares, os órgãos de proteção à criança e ao adolescente etc. Caso não o faça poderá ser responsabilizada por omissão. Em situações que envolvam atos infracionais (ou ilícitos) a escola também tem o dever de fazer a ocorrência policial. Dessa forma, os fatos podem ser devidamente apurados pelas autoridades competentes e os culpados responsabilizados. Tais procedimentos evitam a impunidade e inibem o crescimento da violência e da criminalidade infantojuvenil.
13. COMO É O BULLYING NAS ESCOLAS BRASILEIRAS, EM COMPARAÇÃO A OUTRAS, DOS ESTADOS UNIDOS OU DA EUROPA? ALGUMA CARACTERÍSTICA ESPECÍFICA?
Em linhas gerais o bullying é um fenômeno universal e democrático, pois acontece em todas as partes do mundo onde existem relações humanas e onde a vida escolar faz parte do cotidiano dos jovens. Alguns países, no entanto, apresentam características peculiares na manifestação desse fenômeno: nos EUA, o bullying tende a apresentar-se de forma mais grave com casos de homicídios coletivos, e isso se deve à infeliz facilidade que os jovens americanos possuem de terem acesso as armas de fogo. Nos países da Europa, o bullying tende a se manifestar na forma de segregação social a até da xenofobia. No Brasil, observam-se manifestações semelhantes às dos demais países, mas com peculiaridades locais: o uso de violência com armas brancas ainda é maior que a exercida com armas de fogo, uma vez que o acesso a elas ainda é restrito a ambientes sociais dominados pelo narcotráfico. A violência na forma de descriminação e segregação aparece mais em escolas particulares de alto poder aquisitivo, onde os descendentes nordestinos, ainda que economicamente favorecidos, costumam sofrer discriminação em função de seus hábitos, sotaques ou expressões idiomáticas típicas. Por esses aspectos é necessário sempre analisar, de maneira individualizada, todos os comportamentos de bullying, pois as suas formas diversas podem sinalizar com mais precisão as possíveis ações para a redução dessas variadas expressões da violência entre estudantes.
14. QUAL A INFLUÊNCIA DA SOCIEDADE ATUAL NESTE TIPO DE COMPORTAMENTO?
O individualismo, cultura dos tempos modernos, propiciou essa prática, em que o ter é muito mais valorizado que o ser, com distorções absurdas de valores éticos. Vive-se em tempos velozes, com grandes mudanças em todas as esferas sociais. Nesse contexto, a educação tanto no lar quanto na escola se tornou rapidamente ultrapassada, confusa, sem parâmetros ou limites. Os pais passaram a ser permissivos em excesso e os filhos cada vez mais exigentes, egocêntricos. As crianças tendem a se comportar em sociedade de acordo com os modelos domésticos. Muitos deles não se preocupam com as regras sociais, não refletem sobre a necessidade delas no convívio coletivo e, nem sequer se preocupam com as consequências dos seus atos transgressores. Cabe à sociedade como um todo transmitir às novas gerações valores educacionais mais éticos e responsáveis. Afinal, são estes jovens que estão delineando o que a sociedade será daqui em diante. Auxiliá-los e conduzi-los na construção de uma sociedade mais justa e menos violenta, é obrigação de todos.
15. COMO OS PAIS E PROFESSORES PODEM AJUDAR AS VÍTIMAS DE BULLYING A SUPERAR O SOFRIMENTO?
A identificação precoce do bullying pelos responsáveis (pais e professores) é de suma importância. As crianças normalmente não relatam o sofrimento vivenciado na escola, por medo de represálias e por vergonha. A observação dos pais sobre o comportamento dos filhos é fundamental, bem como o diálogo franco entre eles. Os pais não devem hesitar em buscar ajuda de profissionais da área de saúde mental, para que seus filhos possam superar traumas e transtornos psíquicos.
Outro aspecto de valor inestimável é a percepção do talento inato desses jovens. Os adultos devem sempre estimulá-los e procurar métodos eficazes para que essas habilidades possam resgatar sua autoestima, bem como construir sua identidade social na forma de uma cidadania plena.

CARTILHA 2010 – Projeto Justiça nas Escolas
Conselho Nacional de Justiça
Autora: Ana Beatriz Barbosa Silva

MATÉRIA ENVIADA PELO PROFESSOR PAULO HENRIQUE

Mais jovens de classe D que de A na universidade
Com filhos da elite em proporção cada vez menor, alunos de baixa renda são maioria: classes C, D e E correspondem a 73,7%
POR MARIA LUISA BARROS - JORNAL "O DIA"


Rio - Um fenômeno recente está dando novo rosto às universidades brasileiras e mudando, para melhor, a vida de milhares de famílias. Pesquisa inédita do Data Popular, instituto especializado em mercado emergente no Brasil, revela que, pela primeira vez na década, jovens de baixa renda são maioria nas faculdades. Eles são 73,7% dos universitários. “É um contingente enorme que representa a primeira geração de suas famílias a obter um diploma de nível superior”, constata Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisa.

O estudo mostra que os estudantes da classe D, oriundos de famílias que ganham menos de 3 salários mínimos (R$ 1.530), ultrapassaram os filhos da elite nos campi. Uma das razões para esta revolução no ensino apontada por Meirelles foi o Programa Universidade para Todos (ProUni) que já atendeu 747 mil estudantes de baixa renda nos últimos seis anos.
De 2002 a 2009, as faculdades, públicas e particulares, receberam 700 mil estudantes da classe D — média de 100 mil jovens a cada ano. Se há oito anos eles ocupavam somente 5% do bolo universitário, em 2009 chegaram a 15,3%. Já os da classe A perderam participação no total: a fatia caiu de 24,6% para 7,3%.

Ronald Rosa Fonseca, 25 anos, passou pelo funil da exclusão social. Filho de uma doméstica e de um mecânico, teve o apoio dos patrões da mãe para cursar o 4º período de Serviço Social na Pontifícia Universidade Católica (PUC). “Eles permitiram que eu morasse na casa deles, no Leme, onde minha mãe trabalha. Não teria condições de estudar morando em Magé”, conta ele, que passou em 11º lugar no vestibular. Graças ao bom desempenho, a PUC deu a ele bolsa integral, passagem, alimentação e livros.

INVESTIMENTO PESADO

De acordo com Meirelles, para esses jovens a universidade é um investimento pesado, mas que vale a pena: “A família vê no estudo a única chance de mudar as condições de vida de todos”. Em retribuição à ajuda que recebeu para entrar na faculdade, Ronald voltou para o pré-vestibular gratuito mantido pela empresa ExxonMobil como coordenador. “Quem consegue entrar tem quase um compromisso de voltar e fazer o mesmo por outros jovens”, diz ele. Além do curso, os alunos participam de oficinas culturais, palestras, visitas a museus, universidades e empresas. Em janeiro, será aberta nova seleção. Informações: 2505-1233 e 2505-1256.

Número de universitários cresceu 57% em sete anos

Entre 2002 e 2009, o número de universitários no Brasil passou de 3,6 milhões para 5,8 milhões, um avanço de 57%.

Noventa por cento da população ganham até 10 salários mínimos e movimentam R$ 760 bilhões ao ano.

As classes A e B detêm 26,3% das vagas no ensino superior, enquanto estudantes da C, D e E representam 73,7% do total.

Em todas as classes sociais, houve aumento dos homens nas faculdades, mas as mulheres são a maioria (57%).

A média da idade dos universitários aumentou: passou de 25,87 em 2002 para 26,32, em 2009.

A necessidade de trabalhar para pagar a faculdade faz com que a maioria prefira estudar à noite ou em meio período.

Rede de apoio para estudantes carentes

Para atravessar os portões das universidades, estudantes de baixa renda contam com extensa rede de apoio que inclui programa de bolsas em faculdades privadas, orientação profissional e pré-vestibular social patrocinados por grandes empresas. É o caso do estudante Carlos Henrique Simões, 22 anos, morador de Realengo, Zona Oeste, que será o primeiro da família a prestar vestibular.

Há um ano, ele frequenta as aulas do pré-vestibular custeado pela empresa petrolífera Exxon Mobil, em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE). Os alunos recebem bolsa-auxílio de R$ 100 por mês e vale-transporte para que não abandonem os estudos. “Eles chegam com tanta vontade de fazer faculdade que demonstram uma força imensa, capaz de superar qualquer obstáculo”, diz Valéria Lopes, supervisora do CIEE.

Desde que foi criado, em 2004, o Programa Mais ajudou 51 estudantes a ingressar na universidade. Carlos não só está próximo de realizar seu sonho, como está levando junto a família. “Minha mãe voltou a estudar e está a caminho de concluir o Ensino Médio. Meu irmão mais velho também retomou os estudos”, conta o estudante, que fará Serviço Social.

Renda aumentou e mensalidade despencou

A ascensão dos jovens de baixa renda aos bancos universitários foi favorecida pela universalização do Ensino Médio e pela expansão das faculdades privadas, que fez despencar o preço das mensalidades. Além disso, foram criados cursos universitários de dois anos e a classe D obteve aumento na renda. “Depois de pagar a comida, aluguel e condução, começou a sobrar dinheiro para pagar os estudos”, observa Renato Meirelles.

Segundo ele, a classe C já representa o maior número de alunos em escolas privadas, com mais de 4 milhões de crianças matriculadas. “É um círculo virtuoso baseado na reciprocidade. Quem é ajudado ajuda outros a melhorar de vida”, explica. Ainda na classe C, 68% das pessoas estudaram mais do que os pais; entre a classe A esse percentual é de apenas 10%.

A partir do ano que vem, jovens terão mais um incentivo. A UFRJ vai destinar 20% das vagas para estudantes de escolas públicas. Os candidatos serão aprovados por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A instituição planeja dar mil bolsas-auxílio, Bilhete Único Intermunicipal e netbooks.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Conheça as principais propostas de campanha de Dilma Rousseff

Continuidade de programas é o eixo das propostas da presidente eleita.
Petista assume cargo em 1º de janeiro de 2011.
Do G1, em São Paulo -02.11.2010
A continuidade da gestão Luiz Inácio Lula da Silva dá o tom das propostas de governo da presidente eleita Dilma Rousseff (PT).
saiba mais
• Dilma diz ter compromisso com meta de erradicar a miséria do Brasil
A ampliação de programas-chave da gestão Lula, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e ProUni (Universidade para Todos), está presente nas principais promessas de campanha de Dilma. Na reta final da disputa, a petista lançou documento com 13 diretrizes de governo.
Leia abaixo um resumo, em dez áreas, das principais propostas de governo de Dilma, que assume o cargo em 1º de janeiro de 2011:
Área Principais propostas
DESENVOLVIMENTO SOCIAL

- Eliminar a pobreza extrema até 2014: pelo último dado disponível, de 2008, 10,5% dos brasileiros estão nessa situação (rendimento médio familiar per capita de até um quarto do salário mínimo)

- Ampliação do Bolsa Família: ampliar o acesso das 12,7 milhões de famílias beneficiárias do programa a outras políticas públicas

- Assegurar acesso à água potável a todas as famílias em situação de pobreza

- Erradicação do trabalho infantil: segundo o IBGE, 5% das crianças de 5 a 14 anos trabalham no país, 1,6 milhão entre 33 milhões

EDUCAÇÃO - Criar escolas técnicas nos municípios com mais de 50 mil habitantes e em polos regionais

- Construir 6.000 creches e pré-escolas no país

- Investir 7% do Produto Interno Bruto em educação: índice de 2007 estava em 5,1%, de acordo com o Ministério da Educação

- Adaptar o modelo do ProUni ao ensino médio, financiando a migração de jovens talentosos que hoje estão no ensino público para o ensino particular

SAÚDE - Criar 500 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento): das 500 prometidas por Lula até o fim de seu governo, apenas 200 estarão prontas até o fim de 2010, segundo o Ministério da Saúde.

- Incluir remédios contra diabetes e hipertensão na lista de medicamentos gratuitos da rede pública

- Ampliar os programas Brasil Sorridente (ações em saúde bucal), Saúde da Família e Samu

- Criar o cartão do SUS (Sistema Único de Saúde), proposta do governo FHC que não chegou a ser implementada. Cartão armazenaria dados sobre saúde do usuário, melhorando gestão do sistema

SEGURANÇA - Expandir para o país o modelo das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), projeto do governo do Rio de Janeiro de ocupação de favelas para controle do tráfico de drogas

- Ampliar os programas Pronasci (Programa Nacional de Segurança com Cidadania), Territórios da Paz e Bolsa-Formação

- Comprar dez Vants (Veículo Aéreo Não Tripulado) para monitoramento de fronteiras

- Implantação de 2.883 postos de polícia comunitária

ECONOMIA - Manter o tripé da política econômica: metas de inflação, câmbio flutuante e superávits fiscais primários

- Empreender ações para redução de juros, que incluem a redução da dívida pública para 30% do PIB: índice hoje está em torno de 45%

- Promover desoneração tributária: reduzir impostos sobre investimentos, folha de pagamentos das empresas, remédios, energia elétrica, saneamento, empresas de transporte urbano

- Criação de ministério para a micro e pequena empresa

AMBIENTE E ENERGIA - Reduzir o desmatamento em 80% na Amazônia e em 40% no Cerrado, metas previstas no programa de mudanças climáticas apresentado em 2009 na Conferência de Copenhague

- Enfatizar produção de energia renovável e de biocombustíveis

- Diminuir a emissão de gases estufa em 39% até 2020, outro compromisso assumido pelo Brasil em Copenhague

- Investir no potencial hidrelétrico do país
CULTURA - Instituir o Vale-Cultura, subsídio de R$ 50 para atividades culturais para trabalhadores que recebam até cinco salários mínimos

- Ampliar linhas de financiamento do BNDES para a cultura

- Incentivar a descentralização da produção cultural no país

- Fortalecer o Sistema Nacional de Cultura


HABITAÇÃO E URBANIZAÇÃO - Alcançar a meta de construir 2 milhões de casas pelo programa Minha Casa, Minha Vida: segundo balanço oficial do programa, 681 mil unidades já foram contratadas, e 280 mil deverão ser ehtregues até o final de 2010

- Incluir móveis e eletrodomésticos nos financiamentos do Minha Casa. Minha Vida

- Investir, pelo PAC 2, R$ 12 bilhões em drenagem e contenção de encostas

- Aplicar R$ 34 bilhões em obras de saneamento e de abastecimento de água
ESPORTE - Implantar ou reformar quadras esportivas em 10 mil escolas públicas

- Construir 800 complexos de esporte e lazer no país

- Ampliar o programa Bolsa Atleta

- Implantar ações de valorização do profissional de educação física
CIÊNCIA E TECNOLOGIA - Quadruplicar o número de mestres e doutores no país

- Promover inclusão digital por meio da extensão da banda larga a todo o país

- Ampliar o registro de patentes

- Privilegiar pesquisas em setores como biotecnologia, nanotecnologia, tecnologia da informação e produção de medicamentos

domingo, 31 de outubro de 2010

CONCURSO- FAETEC

Estão abertas as inscrições para 7.842 vagas no processo seletivo de alunos para 2011.1 nas unidades da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), os interessados devem acessar

www.faetec.rj.gov.br no link CONCURSO 2011.1 onde, além do formulário de inscrição,  são encontrados os Manuais com todas as orientações sobre cada segmento, quadro de vagas, calendário, entre outras informações sobre o concurso.

As inscrições acontecem até 10 de novembro de 2010, exclusivamente, pela internet. Para facilitar o acesso dos candidatos à internet, a Faetec oferecerá atendimento gratuito nos pólos do programa Faetec Digital, relacionados no site.

Para facilitar o processo de inscrição, o candidato deve ler o manual e preencher o formulário de acordo com as orientações. Estes documentos estão disponíveis no site.

A inscrição é gratuita para as vagas da educação infantil e do ensino fundamental. Os pais ou responsáveis interessados devem preencher o formulário de inscrição, disponível no site, observando a unidade de ensino e ano de escolaridade para o qual a criança concorrerá. Estas vagas serão distribuídas através de sorteio.

Os candidatos às vagas do ensino médio, de especialização de nível técnico e do ensino superior deverão, além de preencher o formulário, imprimir o boleto bancário e em seguida, pagar a taxa de inscrição de R$ 38,00 na rede bancária, o que automaticamente confirmará o processo. As provas objetivas, para os níveis de ingresso através de concurso, serão no dia 19 de dezembro em horário e local a serem definidos nos cartões de confirmação de inscrição.

São oportunidades em diversos municípios do estado do Rio de Janeiro, distribuídas nos seguintes segmentos:

- Educação Infantil-creche e pré-escola- (246 vagas);

- Ensino Fundamental (205);

- Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Concomitância Interna (2.993);

- Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Concomitância Externa (360);

- Educação Profissional Técnica Integrada (153);

- Ensino Médio Formação Geral (170);

- Educação Profissional Técnica Subsequente (2.835);

- Especialização de Nível Técnico em Enfermagem do Trabalho (80);

- Vestibular para os Institutos Superiores de Tecnologia (260) e para os Institutos Superiores de Educação (540).

Todo o processo seletivo é coordenado pela Fundação Dom Cintra. Mais informações sobre o concurso, pelo telefone (21) 4063-6396.

APROVEITEM A OPORTUNIDADE! NOSSO COLÉGIO FOI CONTEMPLADO...

Em 07/10/10 08:41, Teresa Cristina Giarolla Ramos Giarolla Ramos escreveu:
> Olá!
>
> Sou professora do C. E. Jacintho Xavier Martins em Rio das Ostras.
> Atuo na disciplina Tecnologia e Mídias - Curso Normal.
> Gostaria de participar deste curso.
> Tentei fazer a inscrição, mas o nome do colégio onde atuo, não consta na listagem.
> Se o curso é via internet - EAD, gostaria de aproveitar a oportunidade.
> Estou muito interessada, gosto de inovações.
> Trabalho com BLOG em sala de aula - http://proftecagiarolla.blogspot.com
> Fico aguardando uma posição em relação a oportunidade de participar desta maravilha.
> Atenciosamente
> Professora Teresa Giarolla
> (22) 9952.6163
>
> Boa tarde, seu colégio foi incluído na lista.
Acesse agora http://planetapontocom.org.br/pdm/login/signup.php e se inscreva.
Divulgue na sua escola e convide outros membros de sua equipe a se inscreverem.
Ainda temos muitas vagas porém são limitadas e estão sendo preenchidas rapidamente.
Bom curso.

Equipe planetapontocom
contato@planetapontocom.org.br
Praça Floriano, 55 sala 303 - RJ
CEP: 20031-050
55 21 2220 3740
www.planetapontocom.org.br

CIRCULAR

Circular SEEDUC/SUPGE.nº 281/2010

Rio de Janeiro, 26 de outubro de 2010.


Assunto: Obrigatoriedade de Cumprimento do Calendário Escolar



Senhores Coordenadores Regionais,


Alertamos para a obrigatoriedade legal de cumprimento do Calendário Escolar Oficial de 2010.

Ressaltamos que as datas abaixo são dias letivos:

29 – sexta-feira

01 _ segunda-feira

03 _ quarta-feira

Quanto às UEs que sediarão o pleito do dia 31, domingo, o Diretor deverá providenciar a preparação da escola no sábado e posteriormente, organizar a escola, para funcionar regularmente na segunda-feira.

Atentamos para o fato de o D.O. de 20/10/2010 (fls. 02), não ter decretado Ponto Facultativo o dia 01/11/2010, tão-somente transferiu a comemoração do Dia do Servidor Público. Somam-se a isto o fato de o dia 15/10/2010, ter sido comemorativo ao dia do Professor e da obrigatoriedade de cumprimento dos 200 dias letivos.

Isto posto, recomendamos que esta Coordenadoria, além de repassar esta Circular para as UE de sua jurisdição, supervisione o cumprimento do Calendário Oficial.

Eventuais faltas,devem ser computadas no MCF.



Atenciosamente,





Inês dos Santos da Silva

Superintendente de Gestão da Rede

Matrícula;248.593-6

PORTADORES DE ALEGRIA DE MACAÉ

PORTADORES DE ALEGRIA

CORAL DA PETROBRÁS

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Divulgação:

Eventos no Museu da Ciência e da Vida


Dentre as atividades que estão sendo oferecidas, temos: a exposição
temporária A REVOLTA DA VACINA conjugada com oficinas para os alunos e
sessões de vídeo, além de sessões de planetário. O agendamento das
escolas pode ser feito por telefone e em breve será possível faze-lo
também por meio do site: www.museucienciaevida.com.br.

Mini-Cursos:

06/11/2010 ? O Olho que Tudo Inverte ? Faça você mesmo;
O Céu como Recurso Didático;

13/11/2010 ? Planetário;
Oficina de Motivação para o Aprendizado de
Matemática;

27/11/2010 ? Tempo Geológico e Noção de Tempo Profundo;
Astronomia da Bandeira do Brasil;

04/12/2010 ? Astronomia com Fantoches;
Cozinhando com a Química;

11/12/2010 ? Astronomia para Professores ? um estudo do Sistema Solar;

Maiores informações no site: www.museucienciaevida.com.br.
Museu Ciência e Vida: Rua Ailton da Costa s/nº. ? Jardim 25 de agosto.
CEP 25071-160 ? Duque de Caxias / tel: 2671-7797

domingo, 24 de outubro de 2010

FIQUEM LIGADOS!!!

DIAS 3, 4 E 5 DE NOVEMBRO, TEREMOS ENCONTROS IMPORTANTES NO COLÉGIO JACINTHO...
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

VIVER...

A vida é curta,
quebre regras,
perdoe rapidamente,
beije lentamente,
ame de verdade,
ria descontrolavelmente,
e nunca pare de sorrir,
por mais estranho que seja o motivo.
E lembre-se que não há prazer sem riscos.
A vida pode não ser a festa que esperávamos,
mas uma vez que estamos aqui,
temos que comemorar!!Viva a vida!!
SUCESSO!!!
DIREÇÃO E EQUIPE PEDAGÓGICA

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

REUNIÃO COM OS PAIS

Data: 20 de outubro - 4ª feira
Horário: 19h
Local: Quadra de Esporte do Colégio
Pessoal Envolvido: Direção, Equipe Pedagógica, Professores, Pais e/ou responsáveis por alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Curso Normal.

 Objetivo: Promover o envolvimento dos pais com a escola na efetiva gestão democrática participativa, despertando-os para a importância do acompanhamento contínuo da vida escolar dos seus filhos.

Abertura:
Boas vindas
Slide: Família

Assuntos:
• Administrativo: Célia Maria de Souza Figueiredo
• Financeiro: Rosaime Ferreira
• Pedagógico: Maria Francisca Morett Ferreira

Equipe Pedagógica: Nilce, Conceição, Teresa, Cida

 Acompanhamento da vida escolar x reforço escolar
 Semana pedagógica (03 / 04 / 05 de novembro)
 Dependência
 Reposição de conteúdos


Informes:
a) Circular – 27 de setembro de 2010;
b) Acompanhamento da vida escolar x reforço;
c) Dependência;
d) Carência Temporária de Professores;
e) Semana Pedagógica – dias 3, 4 e 5 de novembro;
f) Vacinação / Hepatite;
g) Avaliação SAERJ (10 e 11 de novembro);
h) Inauguração do Laboratório de Ciências e da Rádio Escola;
i) Passeio ao Museu do Índio;
j) Passeio ao Museu Histórico e Jardim Zoológico;
k) Encerramento do Ano Letivo;
l) Monitorias (Informática / Disciplinas);
m) A Renovação de Matrícula para o ano letivo de 2011, inicia a partir de 28 de novembro de 2010;
n) A Pré-Matrícula será realizada no período de 25 de outubro a 28 de novembro de 2010, através da internet pelo endereço eletrônico www.matriculafacil.rj.gov.br;
o) Reforço do Novo ENEM.

CONVOCAÇÃO X REUNIÃO DE PAIS

DATA: 20 DE OUTUBRO – 4ª FEIRA HORÁRIO: 19 HORAS
LOCAL: QUADRA DE ESPORTE DO COLÉGIO

ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA AAE
a) Alteração do estatuto no art. 25 no seu caput;
b) Apreciar o relatório e o balanço referente ao exercício anterior;
c) Eleger a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal, para o biênio 2010 / 2012;
d) Deliberar sobre assuntos gerais de interesse da entidade;
e) Deliberar sobre aplicação de recursos do FNDE / PDDE.

REUNIÃO DE PAIS
a) Circular – 27 de setembro de 2010;
b) Acompanhamento da vida escolar x reforço;
c) Dependência;
d) Carência Temporária de Professores;
e) Semana Pedagógica – dias 3, 4 e 5 de novembro;
f) Vacinação / Hepatite;
g) Avaliação SAERJ (10 e 11 de novembro);
h) Inauguração do Laboratório de Ciências e da Rádio Escola;
i) Passeio ao Museu do Índio;
j) Passeio ao Museu Histórico e Jardim Zoológico;
k) Encerramento do Ano Letivo;
l) Monitorias (Informática / Disciplinas);
m) A Renovação de Matrícula para o ano letivo de 2011, inicia a partir de 28 de novembro de 2010;
n) A Pré-Matrícula será realizada no período de 25 de outubro a 28 de novembro de 2010, através da internet pelo endereço eletrônico www.matriculafacil.rj.gov.br;
o) Reforço do Novo ENEM.